Receitas Vs. Despesas
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23/11/2017 — No mês de outubro, as contas da Prefeitura de Franca ficaram novamente no vermelho. De acordo com os demonstrativos financeiros, publicados no Diário Oficial do Município, foram arrecadados no mês passado R$ 47,5 milhões em impostos, taxas, serviços e tarifas. Por outro lado, as despesas do mês 10 somaram R$ 51,6 milhões, um déficit de R$ 5,8 milhões. O outubro foi o sétimo mês de contas negativas. Apenas o janeiro, o março e maio fecharam no “azul”. No acumulado de 2017, Franca já arrecadou R$ 513,7 milhões, contra R$ 476,9 milhões de gastos. O superávit anual é de R$ 36,8 milhões (7,17%). De acordo com os demonstrativos, a disponibilidade financeira da prefeitura é de R$ 118,1 milhões. Descontadas as despesas empenhadas, processadas, restos a pagar e consignações, o caixa municipal conta com R$ 35,1 milhões.

despesas 201710 tabelaAs Despesas Em Outubro
23/11/2017 — No mês de outubro, a Prefeitura de Franca gastou R$ 51,7 milhões para manter a máquina administrativa funcionando e prestando serviços à população. Foram R$ 1,7 milhão por dia, R$ 69,5 mil por hora. Esse gasto levou a um déficit operacional de R$ 5,8 milhões, de vez que a arrecadação, no mês dez, ficou em R$ 47,5 milhões. Em relação ao mês anterior (setembro), os gastos municipais foram 1,8%  menores. No comparativo com o mesmo mês de 2016, o crescimento foi de 8,1%. No acumulado dos dez primeiros meses do ano, já foram gastos R$ 477 milhões, contra os R$ 463,5 milhões despendidos no mesmo período de 2016, um aumento de 2,92%.

Embora o mês de outubro também tenha fechado no vermelho, as contas, no acumulado, apresentam um superávit de R$ 36,7 milhões, graças ao mês de janeiro, cuja arrecadação é atípica por causa dos pagamentos antecipados do IPTU e do IPVA. No mês passado, a maior despesa da Prefeitura de Franca foi com a própria máquina administrativa, aquelas despendidas com a prestação de serviços, com R$ 24,8 milhões. No segundo lugar, aparecem as despesas de pessoal e encargos sociais, com R$ 23,3 milhões, perfazendo 49,4% das receitas líquidas, bem acima do limite prudencial fixado pelo Tribunal de Contas do Estado. Os investimentos, aqueles gastos feitos com a compra de bens duráveis e com obras e construções, continuam pífios: R$ 1,2 milhão (apenas 2,5% das receitas líquidas).


 

 

 


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