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Bernhard Bolzano demonstrou racionalmente a imortalidade da alma

bernhard-bolzano1Bernhard Bolzano

Bernhard Placidus Johann Nepomuk Bolzano nasceu no dia 5 de outubro de 1781 e morreu no dia 18 de dezembro de 1848, na cidade de Praga, atual capital da República Tcheca. Além filósofo, teólogo e matemático. Sacerdote e professor universitário, foi afastado do magistério por problemas com o ambiente teológico conservador da época. Deixou inúmeras obras, várias das quais colocadas no índex da igreja e só publicadas postumamente. Inclui-se entre essas obras o seu mais importante livro, “Sobre o Grande Estado”, publicado em 1932. Outras: “Razões Para a Imortalidade da Alma” (1826), “Autobiografia” (1836), “Doutrina da Ciência” (1837) e “Paradoxos do Infinito” (1839).

bernhard-bolzano2Sua posição filosófica está ligada ao pensamento alemão pré-crítico, principalmente ao do Gottfried Leibniz e do Johann Herbart no retorno crítico à metafísica, em oposição criticismo e ao idealismo pós Immanuel Kant. Nessa linha de pensamento, chegou à demonstração racional da imortalidade da alma. Os aspectos mais característicos da sua filosofia é o tema de abertura intencional do conhecimento e da razão para o campo supranatural e metafísico. Importância tem também para a ciência a sua matemática, que se fundamenta em princípios lógicos de valor absoluto. Alguns dos seus manuscritos estão arquivados na Biblioteca Nacional Austríaca, em Viena. Entre eles, as obras “Anti-Euklid” e “Miscelânia Matemática”, além de diversos outros trabalhos deixados incompletos.



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