robert-boyle1Robert Boyle

Nasceu no dia 25 de janeiro de 1627, na localidade de Lismore, Irlanda do Norte, Reino Unido. Morreu no dia 31 de dezembro de 1691, na cidade de Londres, Inglaterra.

Além de físico, químico e filósofo. Quando criança, aprendeu latim e francês. Aos oito anos foi enviado à escola de Eton. Em 1638, partiu para uma viagem com seu tutor francês. Visitando a Itália em 1641, passou o inverno desse ano em Florença, estudando a obra de Galileu Galilei. De volta à Inglaterra em 1644, lançou-se ao estudo e à pesquisa científica. Pouco tempo depois, passou a fazer parte do grupo de estudiosos conhecido como “o colégio invisível”, que se dedicava ao estudo da “nova filosofia”, a ciência experimental.

Esses cientistas tinham reuniões em Londres e, às vezes, em Oxford. Quando leu sobre as investigações a respeito de bombas de ar, resolveu pesquisar o assunto. Como resultado do trabalho, apareceu a “máquina boyleana” ou “máquina pneumática”, terminada em 1659. Em seguida, começou uma série de experimentos que tinham a finalidade de descobrir as propriedades do ar. Em 1660, publicou uma obra, na qual expunha o resultado das suas pesquisas. Houve críticas às conclusões. Foi respondendo a essas objeções que enunciou a lei segundo a qual o volume de um gás varia em razão inversa à da pressão a que ele está submetido, mantendo-se constante a temperatura.

Essa lei passou a ser chamada Lei de Boyle-Mariotte, uma vez que o francês Edme Mariotte confirmou e tornou mais precisa essa lei em 1676. Em 1663, o “colégio invisível” foi transformado na Sociedade Real de Londres Para o Progresso do Conhecimento Natural. Na carta de incorporação outorgada pelo rei, o cientista foi nomeado membro do conselho da entidade. Em 1680, foi eleito presidente da associação, mas se recusou a assumir o cargo. Morreu na capital inglesa, para onde havia transferido a sua residência em 1688. Além de dedicar-se à filosofia natural, interessou-se também pela teologia. Várias descobertas lhe são atribuídas. Entre as quais estão a do enxofre, do acetona, do isolamento do hidrogênio, da fosfina e do álcool metílico.


 

 



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