francoise-forton1Françoise Forton

FRANCOISE FORTON VIOTTI nasceu no dia 8 de julho de 1957, na cidade do Rio de Janeiro. A Playboy diz que ela teria nascido na França. Teria começado a carreira quando tinha oito anos, ao participar de grupos de teatro amador. Profissionalmente, estreou aos onze anos, na peça Os Pais Abstratos. Desde então, não parou mais, trabalhando tanto em peças infantis quanto adultas. Tanta dedicação a levou cedo para a televisão. Aos 12 anos, em 1969, já na TV Globo, atuou na novela A Última Valsa. Fez uma participação na primeira versão de A Grande Família e, em 1974, integrou o elenco do programa Chico City e estrelou a novela Fogo Sobre Terra, escrita por Janete Clair.

Em 1976, participou de O Estúpido Cupido. Nos anos 1980, chamou a atenção da mídia por sua beleza, com destaque para as produções Sabor de Mel (1983), Casa de Irene (1983), Bebê a Bordo (1988) e Tieta (1989). Na década seguinte, participou das novelas Meu Bem, Meu Mal (1990), Perigosas Peruas (1992), Quatro por Quatro (1994), Por Amor (1997), entre outras. A atriz trabalhou na Rede Globo até 2003, quando foi contratada pelo SBT para atuar em Seus Olhos (2004) e Os Ricos Também Choram (2005). Em 2006, assinou contrato com a Rede Record para participar de Cidadão Brasileiro, no mesmo ano, e em Luz do Sol, de 2007. Em 2010, fez uma pequena participação em Ribeirão do Tempo e na série cômica Louca Família.

Seu contrato com a Record terminou em 2012 e houve a chance de voltar para a Globo, para viver a picareta Gigi na novela Amor à Vida. Em 1982, foi a capa da Playboy de agosto, na edição comemorativa do décimo quarto aniversário da publicação. Foram oito páginas de fotos internas, num ensaio sensual assinado pelo fotógrafo Bob Wolfenson. O convite para posar se deu em decorrência do sucesso da personagem Helena, da novela Tieta. Os textos do ensaio foram feitos pelo cineasta David Neves (“Françoise Forton é nome próprio e dá a impressão de força”), pelo novelista Carlos Lombardi (“Françoise não decifra. Se aplaude”) e pelo diretor de teatro Antônio Abujamra (“Uma atriz que não engana, enganando”). No cinema, participou de sete produções entre 1970 e 2010, com destaque para Marcelo Zona Sul (1970), Jardim de Alah (1988) e Araguaya — A Conspiração do Silêncio (2004).


 

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