Assassina

11/06/2019 — A Isabela Garcia terminou como a principal referência da novela “O Sétimo Guardião”, exibida pela TV Globo entre novembro de 2018 e maio de 2019. Ela interpretou a personagem Judith, inicialmente a assessora doméstica do guardião-mor Egídio, vivido pelo  Antônio Calloni. Continuou no cargo com a posse do Gabriel, vivido pelo Bruno Gagliasso. Conhecedora dos segredos mais guardados da irmandade, a personagem ganhou repercussão na fase final da novela, quando começaram os assassinatos dos guardiões. Todos se perguntavam: quem é o (a) serial killer? O suspense só acabou nos capítulos finais. A Judith matou os guardiões a mando do espírito do Egídio, como punição por não terem protegido o segredo da fonte. A novela foi o 48.º credito da Isabela como atriz. Paralelamente, ela participou do filme “Minha Fama de Mau”, a biografia do cantor Erasmo Carlos.

ft1aIsabela Garcia
ISABELA GARCIA COSTA nasceu no dia 11 de junho de 1967, na cidade do Rio de Janeiro. Filha de um radioator, desde cedo se interessou pela arte da representação. Estreou na televisão com apenas quatro anos, num episódio do programa “Caso Especial”, da TV Globo. No mesmo ano, esteve no telefilme “Medeia”. O primeiro papel de destaque veio em 1977, quando viveu a personagem Isadora em 143 capítulos da novela “Nina”. O primeiro trabalho na fase adulta da carreira foi a novela “Bebê a Bordo”. Foram 209 capítulos na pele da personagem Ana Bezerra, par romântico do personagem Tonico Laderia, vivido pelo Tony Ramos. A partir desse papel passou a ser referência para as novelas globais. No total, na carreira, até 2019, são quarenta e nove participações em filmes, novelas, séries e minisséries.

Playboy
11/09/2018 — Uma doce ninfeta em novelas como “Água Viva” ou no seriado “Anos Dourados”, a Isabela Garcia surpreendeu com a personagem Ana, da novela “Bebê a Bordo”, a maior audiência da Globo em 1988. Mas a melhor surpresa foi o ensaio sensual que a atriz fez, por causa desse sucesso, para a edição de agosto da Playboy, com direito à capa. A sua deliciosa nudez, relembrando fotos e postais dos anos de 1920, foi clicada pelo fotógrafo J. R. Duran. Em depoimento à revista, o fotógrafo afirmou que a atriz tinha uma “beleza perene”. O compositor Oswaldo Montenegro, que assinou o texto do ensaio, disse que “ela é a musa sempre atual”. O ensaio ocupou dez páginas internas da revista. De acordo com os números, a edição vendeu, nas bancas, mais de 200 mil exemplares.


 

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