2017 marco_info3Emprego Formal Vs. Caged

21/04/2017 — Depois de gerar empregos em fevereiro, a economia brasileira voltou a demitir mais do que contratar em março. No mês de março, as demissões superaram as contratações em 63.624 vagas. Os números do emprego têm como base o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho. A redução é resultado do confronto entre as 1.261.332 admissões e de 1.324.956 demissões em março. No acumulado do primeiro trimestre de 2017, o país registrou o fechamento de 64.378 postos de trabalho. Apesar do resultado negativo, os dados mostram alguns sinais positivos. O número de vagas fechadas em março de 2017 foi muito menor do que os de março de 2016, quando o país fechou 118.776 postos de trabalho.

2017 marco_info1Segundo os dados do Ministério do Trabalho, sete dos oito setores de atividade econômica fecharam postos de trabalho. Só a administração pública gerou emprego formal. Entre os setores que demitiram mais do que contrataram, o comércio fechou 33.909 postos de emprego formal. Já o setor de serviços fechou 17.086 vagas; a construção civil ficou com saldo negativo de 9.059 vagas; a indústria de transformação fechou com menos 3.499 postos de trabalho e a agricultura fechou com menos 3.471 vagas. Como detalhe, o resultado negativo do setor de serviços tem um forte componente sazonal. De acordo com os números históricos, em todos os meses de março, o comércio atacadista tem um resultado negativo forte. Na agropecuária, os subsetores “criação de bovinos” e “cultivo de frutas” impactaram muito o resultado do segmento.

2017 marco_info2O Estado de São Paulo também fechou o março no negativo. As empresas instaladas no estado contrataram 387,4 mil trabalhadores, mas demitiram 397,1 mil, gerando o saldo de menos 9,7 mil postos de trabalho. Esse saldo é 70,24% menor que o verificado no mesmo mês de 2016, quando foram registradas 32,6 mil vagas perdidas. Quanto aos setores, quatro fecharam positivamente o mês de março: “administração pública”, com saldo de 2.809; “indústria”, com 1.706; “agropecuária”, com 822 e “serviços”, com 258. Os setores do “comércio” ( menos 10.041), da “construção civil” (menos 4.912), da “extrativa mineral” (menos 171) e dos “serviços públicos” (menos 117) ficaram no negativo. No trimestre, São Paulo, em todos os setores, está positivo: criou no período 11.309 novas vagas no emprego formal.

Desempenho Em Fevereiro
17/03/2017 — Depois de 22 meses em queda, o Brasil voltou a gerar empregos. Dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados nesta quinta-feira (16/03/2017), mostram que 35.612 novos postos foram criados em fevereiro. Esse resultado foi ainda o maior para fevereiro desde 2014, quando foram gerados 260 mil postos. Entre os grandes ramos observados pela pesquisa do Ministério do Trabalho, a maioria ficou no azul. O melhor desempenho do mês foi do segmento de serviços, com 50.613 novos postos criados.

A administração pública ficou em segundo lugar, com 8.280 vagas. A lista segue com agropecuária (+ 6.201), indústria (+ 3.949) e serviços industriais de utilidade pública (+ 1.108). Já os ramos de extração mineral, construção civil e comércio ficaram com saldo negativo no mês passado. Entre as unidades da federação, 14 registraram saldo positivo e 13 ficaram no negativo. Os estados que geraram mais empregos foram São Paulo, com 25.412, Santa Catarina, com 14.858, e Rio Grande do Sul, com 10.602. Em Franca, o saldo também foi positivo no mês. As indústrias locais contrataram 4.948 trabalhadores e demitiram 2.725, registrando-se 2.223 novas vagas. Ribeirão Preto registrou saldo positivo de 301 novas vagas.

O Desempenho De Janeiro
04/03/2017 — Por causa do carnaval, o Ministério do Trabalho divulgou tardiamente os dados oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados relativos ao mês de janeiro. O Caged revela que o número de empregos formais no Brasil recuou em 40.864 vagas no primeiro mês do ano. O resultado o saldo de 1.225.262 admissões e de 1.266.126 desligamentos no período, na série com ajustes sazonais. Em janeiro de 2016, esse saldo negativo foi de 99.694 pessoas. Entre os setores, as maiores quedas foram registradas no comércio (60.075 vagas a menos) e nos serviços ( - 9.525). E os segmentos que mais contrataram em janeiro foram a indústria da transformação (17.501 postos a mais) e agricultura (10.663). O Estado de São Paulo registrou, em janeiro, saldo negativo de 4.457 vagas. Em Franca, o saldo positivo ficou em 1.567 novas vagas.



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