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Vendas no varejo do Brasil teve queda inesperada no mês de maio, segundo o IBGE

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O varejo brasileiro registrou queda inesperada em maio, com fortes perdas nas vendas de vestuário e calçados, sinal de dificuldade de recuperação consistente da atividade econômica em meio ao cenário de fortes incertezas políticas. As vendas no varejo registaram queda de 0,1% em maio sobre o mês anterior, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística nesta quarta-feira (10). Em relação ao mesmo período do ano anterior, o resultado também ficou bem abaixo do esperado ao subir 2,4%, contra projeção de aumento de 3,2%. As vendas do setor de tecidos, vestuário e calçados foram as que mais sofreram no mês, com queda de 7,8%, depois de avanço de 4,6%.

Caíram também as vendas de livros, jornais, revistas e papelaria (- 4,5%); Eeuipamentos e material para escritório, informática e comunicação (- 2,8%; e outros artigos de uso pessoal e doméstico (- 0,1%). Por outro lado, hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que têm peso importante no consumo das famílias, registraram alta de 1,4%, segundo mês seguido de resultado positivo. Já o varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, teve queda nas vendas de 0,7% sobre abril, segundo o IBGE. Se, por um lado, a inflação em níveis historicamente baixos favorece o consumo, por outro, o país sofre com forte crise política que vem abalando a confiança desde meados de maio. O temor dos agentes econômicos é de que o andamento das reformas, consideradas essenciais para colocar as contas públicas em ordem, seja cada vez mais afetado no Congresso Nacional.

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13/06/2017 — As vendas no varejo do Brasil surpreenderam e registraram a maior alta para abril em nove anos, com forte impulso dos setores de supermercados e vestuário e destacando a trajetória irregular da recuperação da economia. As vendas subiram um por cento no mês quatro na comparação com março e 1,9% sobre um ano antes, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, desempenhos muito melhores do que o esperado. As projeções indicavam recuo de 0,55% e 1,30%, respectivamente. O resultado mensal foi o mais forte para abril desde 2008, quando as vendas também subiram um por cento. O setor quase recuperou a perda de 1,2% em março, segundo os números revisados pelo IBGE.

A principal influência positiva veio das vendas nos setores de hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo, que têm peso importante no consumo das famílias, com alta de 0,9% sobre março. Os supermercados, por exemplo, segundo os especialistas, refletem a inflação mais baixa, o que ajuda no poder de compra das pessoas. As atividades de tecidos, vestuário e calçados mostraram ganhos nas vendas mensais de 3,5%, enquanto a comercialização de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação subiram 10,2%. O varejo ampliado, que inclui veículos e material de construção, apresentou ganho de 1,5% das vendas em abril contra o março. O desempenho de abril, segundo o IBGE, foi impactado também pela liberação do FGTS das contas inativas. Com dinheiro no bolso, as pessoas consumiram mais.



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