Serviços    IBGE   Janeiro

02 fev info

20/03/2018 — Em janeiro de 2018, o setor de serviços recuou -1,9% (série com ajuste sazonal), após altas em novembro (1,0%) e dezembro de 2017 (1,5%). Em relação a janeiro do ano passado (série sem ajuste sazonal), o volume de serviços caiu 1,3%. Já a taxa acumulada em 12 meses ficou em -2,7%. Por atividades, na série com ajuste, os principais recuos ocorreram nos segmentos de “transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio” (-3,0%) e dos “serviços profissionais, administrativos e complementares” (-1,4%), enquanto o segmento “outros serviços” avançou 3,8%. Na série sem ajuste sazonal, as quedas mais importantes entre os setores vieram dos “serviços de informação e comunicação” (-5,0%) e, novamente, dos “serviços profissionais, administrativos e complementares” (-3,3%). Em relação a janeiro de 2017, o setor de serviços caiu -1,3%, segundo os dados da pesquisa mensal do IBGE.

Serviços & Empregos
Na questão formal de empregos, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, o setor de serviços criou, em janeiro, 46.544 novas vagas. Esse saldo é a diferença entre 536.977 admissões e as 490.433 demissões registradas no primeiro mês do ano. Todos os subsetores catalogados pelo Caged, com exceção do “serviços de transportes e comunicações” (-4.921 vagas), apresentaram variação positiva em janeiro, com destaque para o subsetor de “comércio e administração de imóveis”, com saldo de 22.926 novas vagas. O subsetor de “hotelaria e alimentação” ficou em segundo lugar, com 9.827 novos postos de trabalho, seguido do subsetor de “serviços de saúde”, com 9.827, do subsetor dos “serviços educacionais”, com 8.081, e das “instituições de crédito”, com 1.930.

Desempenho Dezembro 2017
17/02/2018 — Em dezembro de 2017, o setor de serviços cresceu 1,3% em relação a novembro, após subir 1,0% em novembro e recuar 0,5% em outubro. Em relação a dezembro de 2016, o volume de serviços cresceu 0,5%, interrompendo a série de 32 resultados negativos nessa comparação. A taxa acumulada no ano e em 12 meses ficou em -2,8%. Por atividades, houve altas nos segmentos dos “transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio” (2,3%); “serviços profissionais, administrativos e complementares” (0,6%); e “outros serviços” (0,7%), sendo que os dois primeiros segmentos avançaram pelo segundo mês consecutivo, com variações de 0,9% e 0,8%, respectivamente, em novembro.

Já os segmentos de “serviços prestados às famílias” (-0,9%) e “serviços de informação e comunicação” (-0,3%), recuaram frente a novembro, após avanço de 0,9% (ambos os segmentos) sobre outubro. O agregado especial das “atividades turísticas” cresceu 2,8%, após alta de 1,2% em novembro. A receita nominal do setor variou 0,9% em relação a novembro e subiu 5,0% em relação a dezembro de 2016. No acumulado do ano e em 12 meses, a receita cresceu 2,5%. Nos resultados regionais, as maiores altas, em relação a novembro, aconteceram no Estado de Roraima (15,1%), no Estado do Maranhão (5,4%) e no Estado do Espírito Santo (4,6%). As quedas mais intensas foram registradas no Tocantins (-12,7%), no Ceará (-3,4%) e no Mato Grosso (-2,6%). No emprego formal, segundo o Ministério do Trabalho, o setor de serviços fechou 16.402 vagas em 2017, no comparativo com 2016.


 

 


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