Movimento Nos Serviços Caem

14/09/2017 — Em julho, o setor de serviços recuou 0,8% frente a junho, após ter crescido 1,3% em junho e 0,3% em maio. Na série sem ajuste sazonal, em relação a julho de 2017, o setor teve queda de 3,2%, depois de recuar em junho (- 3,0%) e maio (- 1,9%). A taxa acumulada no ano está em - 4,0% e a dos 12 meses, em - 4,6%. Ainda na série com ajuste sazonal, o segmento dos “Serviços Prestados às Famílias” foi o único a crescer (0,9%). Os demais recuaram: “Outros Serviços” (- 2,8%); “Serviços Profissionais, Administrativos e Complementares” (- 2,0%); “Transportes, Serviços Auxiliares dos Transportes e Correio” (- 0,9%) e “Serviços de Informação e Comunicação” (- 0,8%). Já as “Atividades Turísticas” recuaram 2,1% em relação a junho.

servicos2Em termos de receita nominal em julho, a taxa acumulada no ano ficou em 1,7% e a dos 12 meses, em 0,7%. Entre janeiro e julho, porém, no que tange ao emprego, o setor dos serviços continua no positivo. No Brasil, no período, foram criados 51.148 novos postos de trabalho. No Estado de São Paulo foram 37.143 novas vagas e, em Franca, 811. Dos subsetores, os serviços bancários, os transportes, as comunicações e a hotelaria fecharam julho negativamente. Quem segurou o rojão foram os subsetores imobiliário e serviços de saúde.

O Desempenho Em 2016
15/02/2017 — O volume do setor de serviços apresentou, no mês de dezembro, crescimento de 0,6% frente a novembro, na série com ajuste sazonal, após ter registrado alta de 0,2% em novembro e recuo de 2,3% em outubro. No confronto com igual mês do ano anterior, o setor registrou queda de 5,7%, a maior para o mês de dezembro nessa comparação desde o início da série em 2012. A taxa acumulada no ano de 2016 ficou em - 5,0%. A receita nominal registrou variação de 0,5% em dezembro frente a novembro, na série com ajuste sazonal. Na comparação com o mesmo mês do ano anterior, houve queda de 1,5%. A taxa acumulada da receita no ano de 2016 ficou em - 0,1%.

A Pesquisa Mensal de Serviços produz indicadores que permitem acompanhar o comportamento conjuntural do setor de serviços no país, investigando a receita bruta de serviços nas empresas formalmente constituídas, com 20 ou mais pessoas ocupadas, que desempenham como principal atividade um serviço não financeiro, excluídas as áreas de saúde e educação. Os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged) do Ministério do Trabalho, que monitora os empregos formais, corroboram os números da pesquisa do IBGE. No Brasil, no ano passado, o setor fechou com 418.801 empregos a menos. Só no Estado de São Paulo foram 124.896 vagas fechadas (29,8% do total). Em São Paulo, capital, foram fechadas 55.740 vagas e em Ribeirão Preto, 1.481. Em Franca, porém, os serviços criaram 878 novas vagas.



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