Novembro Vs. Outubro
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06/01/2017 — Em novembro de 2017, a produção industrial nacional teve acréscimo de 0,2% frente a outubro. Este foi o terceiro resultado positivo seguido, acumulando ganho de 0,9% em três meses. Na passagem de outubro para novembro, houve crescimento em duas das quatro grandes categorias econômicas e em 12 dos 24 ramos pesquisados. Entre os setores, as principais influências positivas foram produtos fármacoquímicos e farmacêuticos (6,5%), acumulando ganho de 26,6% nos dois últimos meses e eliminando a perda de 18,5% registrada em setembro. O setor de perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal cresceu 1,9%, após recuo de 10,3% nos meses de setembro e outubro. Na comparação com novembro de 2016, o setor industrial assinalou expansão de 4,7% em novembro de 2017. Os dados são do IBGE.

O terceiro trimestre de 2017

01/11/2017 — Em setembro de 2017, a produção industrial nacional teve acréscimo de 0,2% frente a agosto, na série com ajuste sazonal, após recuar 0,7% em agosto. Segundo pesquisa publicada pelo IBGE, na série sem ajuste sazonal, no confronto com igual mês do ano anterior, a indústria cresceu 2,6%, após também registrar taxas positivas em maio (4,4%), junho (0,8%), julho (2,8%) e agosto (3,9%). Assim, os índices do setor industrial foram positivos tanto para o fechamento do terceiro trimestre de 2017 (3,1%), como para o acumulado dos nove meses do ano (1,6%), ambas as comparações contra iguais períodos do ano anterior.

A taxa acumulada nos últimos doze meses avançou 0,4% em setembro de 2017, seu primeiro resultado positivo desde maio de 2014 (0,3%), prosseguindo na trajetória ascendente, iniciada em junho de 2016 (- 9,7%). De acordo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, a indústria da transformação criou, entre janeiro e setembro, 76.337 novos empregos formais. Dos onze sub-setores, o mais efetivo foi a indústria têxtil, 26.136 novos empregos em 2017. Em segundo lugar, aparece a indústria química, com 22.580, seguida da indústria alimentícia, com 16.372. A indústria de calçados criou, no ano, 12.368 novos postos de trabalho. Completa o “top cinco”, a indústria da borracha, com  5.295. O sub-setor que mais desempregou foi a indústria de minerais não metálicos, com o fechamento de 9.738 vagas. O segundo lugar no negativo pertence de material de transporte, com menos 4.189 vagas, seguida da indústria mecânica, com menos 3.988 postos de trabalho.


 

 

 


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