Construção Civil & Empregos
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12/11/2017 — O Índice Nacional da Construção Civil apresentou variação de 0,16% em outubro, ficando 0,11% abaixo dos 0,27% do mês de setembro, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Para o IBGE, esta foi uma das menores taxas observadas no ano, ficando acima somente do índice registrado no mês de abril, 0,15%. Os últimos doze meses ficaram em 3,75%, resultado abaixo dos 4,25% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2016, o índice foi significativamente mais alto: 0,64%.

O custo nacional da construção, por metro quadrado, que em setembro fechou em R$ 1.057,99, subiu, em outubro, para R$ 1.059,68, sendo R$ 540,58 relativos aos materiais e R$ 519,10 à mão de obra. A parcela dos materiais apresentou variação de 0,20%, caindo 0,25% em relação à taxa do mês anterior (0,45%). A variação da parcela da mão de obra foi de 0,12%, índice ligeiramente superior ao do mês anterior (0,08%), diferente, porém,  do mês de outubro de 2016, quando a taxa apresentou alta de 1,23%, devido a reajustes salariais nos estados do Pará, Rio Grande do Sul e São Paulo. De janeiro a outubro deste ano os acumulados foram: 1,78% (materiais) e 4,65% (mão de obra). Em doze meses ficaram em 1,73% (materiais) e 6,0% (mão de obra).

Em termos de emprego, os números da construção civil, no Brasil, não são bons. De janeiro a outubro, segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, foram fechadas 40.078 vagas. Esse número é a diferença entre as 1.094.495 contratações e as 1.134.573 demissões. No país, os dados oficiais informam que há 393,1 mil empresas formalizadas no setor. A mão-de-obra empregada em 31/12/2016 era de 2,2 milhões de pessoas. O Estado de São Paulo, de acordo com os números do Caged, também está negativo quanto ao emprego formal na construção civil. Foram fechadas, nos primeiros dez meses do ano, 24.292 vagas. Por outro lado, a cidade de Franca, na contramão do país e do estado, fechou outubro com a criação de 312 novas vagas no setor. As 957 empresas formalizadas contrataram 1.854 pessoas e demitiram 1.542.


 

 

 


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