Couro

couro25/08/2026 — O Brasil está entre os três maiores exportadores de couro do mundo. Com exportações na faixa de US$ 1,2 bilhão, o país fica atrás apenas da Itália, que movimenta cerca de US$ 2,7 bilhões no comércio internacional do produto. No mercado brasileiro, 40% do couro são destinados à indústria de móveis estofados. O setor automotivo representa 36%, enquanto os calçados e os artefatos respondem por 19%. O Brasil possui 65 empresas auditadas e 86% delas alcançam a classificação máxima, a medalha de ouro. Na Itália, tradicionalmente reconhecida pela produção de couro, menos da metade dos curtumes auditados alcança esse nível. Um exemplo histórico foi a abolição do arame farpado nas propriedades rurais.

bovinosAbates
20/08/2026 — Nos primeiros resultados da produção animal no segundo trimestre de 2026, o abate de bovinos cresceu 4,2% em relação ao primeiro trimestre. Na comparação com o primeiro trimestre de 2025, o crescimento na atividade marcou 3,2%. Nos mesmos períodos e na mesma base de comparação 2026, o abate de suínos cresceu 2,0% e o abate de frangos teve redução de -1,2%. No segundo trimestre de 2026, a aquisição de leite cru subiu 1,0% na comparação anual, mas recuou -2,5% no trimestre. Já a aquisição de peças de couro registrou a mesma taxa de crescimento para o ano e o trimestre: 1,9%.

Enquanto isso, a produção de ovos de galinha cresceu 0,3% frente ao mesmo trimestre de 2025 e subiu 2,6% em relação ao trimestre anterior. No segundo trimestre de 2026, foram abatidas 10,72 milhões de cabeças de bovinos. O abate de suínos registrou 15,6 milhões de cabeças, enquanto o abate de frangos marcou 1,690 bilhão de cabeças. O país ainda produziu 6,610 bilhões de litros e leite cru. A produção de ovos de galinha registrou 1,250 bilhão de dúzias. Esse foi o desempenho da pecuária no segundo semestre, segundo dados publicados pelo IBGE. O Brasil é uma das maiores potências no merecado global do agronegócio. Disputa as primeiras colocações no ranking com os Estados Unidos e a Austrália.

selic logoJuros
05/08/2026 — O Comitê de Política Monetária do Banco Central decidiu reduzir a taxa básica de juros da economia em 0,25%. Isso levou a Taxa Selic de 14,25% para 14% ao ano. Esse é o quarto corte consecutivo da taxa. A decisão foi unânime. No comunicado, o comitê afirma que essa decisão é compatível com a estratégia de convergência da inflação para o redor da meta ao longo do horizonte relevante.

Sem prejuízo de seu objetivo fundamental de assegurar a estabilidade de preços, essa decisão também implica na suavização das flutuações do nível de atividade econômica e fomento do pleno emprego. O Copom afirmou que o cenário externo segue incerto por causa dos conflitos no Oriente Médio e das dúvidas sobre a política monetária de economias avançadas. Segundo o comitê, esse ambiente “exige cautela” por parte de países emergentes. O colegiado também reforçou que as próximas decisões sobre os juros dependerão da evolução do cenário econômico e dos riscos reais para a inflação.

imoveisImóveis
29/07/2026 — O mercado de financiamento imobiliário manteve ritmo de expansão no primeiro semestre de 2026. O volume total de crédito destinado ao setor alcançou R$ 180,9 bilhões, resultado 23% superior ao registrado no mesmo período do ano passado, segundo levantamento da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança. A maior parte dos recursos veio do Sistema Brasileiro de Poupança e Empréstimo, principal fonte de financiamento para a compra e construção de imóveis voltados às famílias de renda média e alta.

Entre janeiro e junho, essas operações movimentaram R$ 93,7 bilhões, crescimento de 29% na comparação anual. No período, quase 130 mil imóveis, entre novos e usados, foram financiados por meio dessa modalidade. Os empréstimos destinados à construção de empreendimentos apresentaram o maior avanço do semestre. As liberações alcançaram R$ 26,5 bilhões, mais que dobrando em relação ao primeiro semestre de 2025, com crescimento de 107%. Já o crédito voltado à aquisição de imóveis somou R$ 67,2 bilhões, alta de 12% na mesma base de comparação. Nas linhas financiadas com recursos livres dos bancos, os empréstimos totalizaram R$ 9,6 bilhões no primeiro semestre, queda de 8% em relação ao mesmo período de 2025.

Impostos

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31/07/2026 — Terminou o prazo de adaptação da reforma tributária do consumo. A partir do dia três de agosto, empresas enquadradas nos regimes de lucro presumido e lucro real passam a ser obrigadas a incluir nas notas fiscais os novos campos com as alíquotas de 0,1% do Imposto sobre Bens e Serviços e 0,9% de Contribuição sobre Bens e Serviços. Sem o destaque das alíquotas-teste dos novos tributos, os documentos fiscais serão automaticamente rejeitados pelos sistemas das secretarias de fazenda estaduais. De acordo com a lei, caso ocorram irregularidades em documentos emitidos, o contribuinte receberá uma notificação prévia com prazo de 60 dias para regularização antes da aplicação de multas. Contudo, a partir de 2027, o cenário de punições tornar-se-á rigoroso. O IBS será recolhido pelos governos estaduais e a CBS pelo Governo Federal.


 

 

 



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