IBGE &
Desemprego

A taxa de desemprego para o terceiro trimestre de 2026 caiu para 5,2%, a menor já registrada para esse período desde 2012. A informação é da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios divulgada pelo IBGE. O desemprego registrou de 5,4% no segundo trimestre deste ano e de 5,6% no terceiro trimestre de 2025. Com esse resultado, são 5,6 milhões de desempregados no país no terceiro trimestre deste ano, queda de -4,0% (menos 234 mil pessoas) em relação ao segundo trimestre. Na comparação com o mesmo trimestre do ano passado, houve queda de -6,9% (menos 417 mil pessoas).

A população empregada chegou a 103,6 milhões, a maior da série iniciada em 2012, com alta de 0,6% no trimestre (mais 581 mil pessoas) e aumento de 1,2% no ano (mais 1,2 milhão de pessoas). Entre as atividades com alta na ocupação, destaca-se o crescimento no setor da construção civil. O setor subiu 2,8% no trimestre, com mais 210 mil pessoas empregadas. O contingente de empregadores atingiu o recorde de 4,5 milhões de pessoas ao crescer 4,3% no trimestre (mais 184 mil pessoas) e 6,4% no ano (mais 272 mil pessoas). No período, houve também recorde no número de empregados no setor público (13,2 milhões).

O número de empregados no setor privado com carteira assinada (sem considerar trabalhadores domésticos) marcou 39,4 milhões. Empregados sem carteira no setor privado (13,7 milhões), trabalhadores por conta própria (26,1 milhões) e trabalhadores domésticos (5,4 milhões) também ficaram estáveis no trimestre e no ano. O rendimento real habitual de todos os trabalhos (R$ 3.790) ficou estável no trimestre. Mas cresceu 3,6% no ano (mais R$ 131). A massa de rendimento real habitual (R$ 387,5 bilhões) foi a maior da série, com alta de 1,5% no trimestre (mais R$ 5,6 bilhões) e 4,7% no ano (mais R$ 17,5 bilhões).

Música

01/10/2026 — O Brasil teve mais shows no primeiro semestre de 2026. De janeiro a junho, 10.550 apresentações realizadas no país pagaram direitos autorais, número 8% maior do que o registrado no mesmo período de 2025. O crescimento se fez acompanhar pelo avanço da arrecadação do segmento de shows e eventos, que aumentou 12% na comparação com os seis primeiros meses do ano passado. Os dados do Escritório Central de Arrecadação e Distribuição de Direitos Autorais fazem parte de um levantamento realizado para o Dia Internacional da Música. Dos valores arrecadados pelo ECAD, 85% são destinados diretamente a compositores, intérpretes, músicos e demais titulares de direitos autorais. As associações de música recebem 6%, enquanto o órgão fica com os 9% para suas despesas operacionais.


 

 

 



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