Cinemas
20/01/2026 — O mercado exibidor brasileiro encerrou 2025 em retração. Segundo dados do Observatório Brasileiro do Cinema e do Audiovisual, 112,1 milhões de ingressos foram vendidos no país, queda de 10% em relação aos 125,5 milhões de 2024. Isso aconteceu mesmo com aumento no número de sessões, que passaram de 4,26 milhões para 4,29 milhões. Ainda assim, o ano contou com bons resultados individuais de público. Esse foi o caso fo filme “Lilo e Stitc” (Disney). A animação liderou o ranking nacional com 10,2 milhões de espectadores. No cenário mundial, os dados consolidados indicam que a arrecadação global somou US$ 21,1 bilhões em 2025. Ficou abaixo dos US$ 24,7 bilhões observados em 2024, uma retração de 14,5% no desempenho financeiro.
Empresas
& Dividendos
29/12/2025 — Treze empresas distribuíram mais de R$ 3 bilhões aos acionistas em 2025, somando dividendos e Juros sobre Capital Próprio (JCP). O movimento é liderado por bancos e companhias de commodities. Entre os maiores pagadores do ano estão a petroleira Petrobras, a siderúrgica Vale e cervejeira Ambev, que concentram os valores mais expressivos. Até setembro, essas empresas repassaram R$ 158,8 bilhões aos acionistas, crescimento de 3,8% em relação ao mesmo período de 2024, quando o total distribuído foi de R$ 153 bilhões. Entre as 308 empresas listadas na Bolsa de Valores, os dividendos somaram R$ 222,2 bilhões no ano, aumento de 6,3% em relação aos R$ 209 bilhões distribuídos no mesmo período do ano passado. No primeiríssimo lugar, a Petrobras distribuiu R$ 37,3 bilhões.
Mínimo
01/01/2026— Entrará em vigor o novo Salário Mínimo com o valor de R$ 1.621,00. Houve aumento percentual de 6,79% e aumento nominal de R$ 103,00 em relação ao valor vigente em 2025 (R$ 1.518,00). A base de cálculo para o aumento incluiu a inflação acumulada (IPCA) somada a um ganho real conferida pela política de valorização. O Salário Mínimo serve como indicador para o aumento nas aposentadorias, pensões e benefícios garantidos pelo Instituto Nacional de Previdência Social. Entretanto, quem recebe valor acima do mínimo receberá um reajuste de 4,18%, cuja base é o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC). Com os novos reajustes, estima-se que a previdência social vai gastar R$ 87,2 bilhões a mais em 2026. O INSS paga aposentadorias e pensões em valores escalonados que vão do salário mínimo ao teto de R$ 8,5 mil.