IPCA 15

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 registrou alta de 0,06% em julho. Ficou 0,35% abaixo da taxa de junho (0,41%). No ano, o índice acumula alta de 3,51%. Em doze meses são 4,52%. Em julho de 2025, a taxa carimbou 0,33%. O IPCA-15 é a ferramenta usada pelo IBGE para medir a inflação oficial nos primeiros quinze dias de cada mês. De 1.º a 15 julho, dos nove grupos pesquisados, o grupo “habitação” apresentou a maior variação e maior impacto (0,97% e 0,15%), em oposição ao grupo “alimentação e bebidas”, o de menor variação e impacto (-0,66% e -0,15%). Os demais ficaram entre a queda de -0,33% no grupo “vestuário” e a alta de 0,28% no grupo “saúde e cuidados pessoais”.

Inflação

energia11/07/2026 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de junho carimbou alta de 0,16%. Ficou 0,42% abaixo da taxa de 0,58% verificada em maio. No ano, o IPCA acumula alta de 3,36%. Nos últimos doze meses são 4,64%, abaixo dos 4,72% dos doze meses anteriores. Em junho de 2025, a variação havia marcado 0,24%. Em junho, a maior variação (0,63%) e o maior impacto (0,10%) vieram do grupo “habitação”.

Por outro lado, o grupo “alimentos e bebidas”, com queda de -0,24%, registrou a maior variação negativa e o maior impacto negativo (-0,05%). Os demais grupos apresentaram variações entre o -0,02% observado no grupo “educação” e o +0,25% no grupo “despesas totais”. Na alimentação, o item que mais subiu de preço em junho foi o feijão carioca com +8,31%. Depois veio a batata inglesa, cujos preços subiram 3,57%. Do lado das quedas, destaque para o café moído, cujos preços recuaram em média -3,72%.


 

 

 



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