Inflação

tomate111/04/2026 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de março de 2026 registrou alta de 0,88%. Ficou 0,18% acima da taxa de fevereiro (0,70%). No ano, o índice acumula alta de 1,92%. Nos últimos doze meses são 4,14%, acima dos 3,81% observados nos doze meses anteriores. Em março de 2025, a variação do IPCA carimbou 0,56%. Em março, o destaque ficou com o grupo “transportes”, com alta de 1,64% e 0,34%. de impacto no índice geral.

Depois veio o grupo “alimentação e bebidas”, com alta de 1,56% e impacto de 0,33%Juntos, os dois grupos responderam por 76% do índice de março. Os demais grupos oscilaram entre 0,02% do grupo “educação” e 0,65% do grupo “despesas pessoais”. No grupo “alimentação”, o título de vilão ficou com o tomate, cuja alta  nos preços carimbou 20,3%. Na sequência vieram a cebola (17,2%), a batata-inglesa (12,1%), o leite longa vida (11,7%) e as carnes (1,73%). Os destaques nas quedas foram a maçã (-5,79%) e o café moído (-1,28%). Os preços da alimentação fora do domicílio subiram 0,61%.

IPCA 15

27/03/2026 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 registrou alta de 0,44% em março de 2026. Ficou 0,40% abaixo da taxa registrada em fevereiro (0,84%). Em doze meses, o índice acumula alta de 3,90%, abaixo dos 4,10% observados nos doze meses anteriores. Em março de 2025, a taxa carimbou 0,64%. O IPCA-15 é a ferramenta usada pelo IBGE para medir a inflação nos primeiros quinze dias de cada mês. Em março, todos os nove grupos de produtos e serviços pesquisados registraram variação positiva.

O destaque ficou com o grupo “alimentação e bebidas”. O grupo registrou a maior variação (0,88%) e o maior impacto (0,19%) no índice final. Seguiu-se o grupo “despesas pessoais” (0,82% de variação e 0,09% de impacto). Os demais ficaram entre o 0,03% do grupo “comunicação” e o 0,47% do grupo “vestuário”. No grupo “alimentação”, a maior influência veio do açaí, cuja alta nos preços marcou 29,9%. Depois vieram o feijão-carioca (19,6%), o ovo de galinha (7,54%) e o leite longa vida (4,46%). Do lado das quedas de preços, destaque para o café moído (-1,76%).


 

 

 



© 2017 Tio Oda - Todos os direitos reservados