Inflação
11/07/2026 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de junho carimbou alta de 0,16%. Ficou 0,42% abaixo da taxa de 0,58% verificada em maio. No ano, o IPCA acumula alta de 3,36%. Nos últimos doze meses são 4,64%, abaixo dos 4,72% dos doze meses anteriores. Em junho de 2025, a variação havia marcado 0,24%. Em junho, a maior variação (0,63%) e o maior impacto (0,10%) vieram do grupo “habitação”.
Por outro lado, o grupo “alimentos e bebidas”, com queda de -0,24%, registrou a maior variação negativa e o maior impacto negativo (-0,05%). Os demais grupos apresentaram variações entre o -0,02% observado no grupo “educação” e o +0,25% no grupo “despesas totais”. Na alimentação, o item que mais subiu de preço em junho foi o feijão carioca com +8,31%. Depois veio a batata inglesa, cujos preços subiram 3,57%. Do lado das quedas, destaque para o café moído, cujos preços recuaram em média -3,72%.
IPCA 15
27/06/2026 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 registrou alta de 0,41% em junho. Ficou 0,21% abaixo da taxa de maio (0,62%). Em junho de 2025, o índice carimbou 0,26%. Com o resultado divulgado pelo IBGE, o índice acumula alta de 3,45% no ano e de 4,80% nos últimos doze meses. Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, destacou-se o “alimentação e bebidas”, com a maior variação (0,74%) e maior impacto (0,16%). Depois veio o grupo “habitação” (0,72% e 0,11%). Juntos, os dois grupos responderam por de 66% do resultado geral. Os demais ficaram entre a queda de -0,03% do grupo “transportes” e a alta de 0,47% do grupo “saúde e cuidados pessoais”. Na alimentação, os itens que mais impactaram a inflação nos primeiros quinze dias de junho foram: batata inglesa (29,4%), tomate (17,2%) e feijão carioca (14,3%).