Inflação

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O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de janeiro registrou alta de 0,33%, mesma variação registrada em dezembro. Nos últimos doze meses, o índice carimbou 4,44%, acima dos 4,26% dos doze meses imediatamente anteriores. Em janeiro de 2025, a variação marcou 0,16%. Agora, o grupo “transportes”, com 0,60% de alta, destacou-se com o maior impacto no resultado do mês (0,12%). Isso, graças ao aumento de 2,14% nos combustíveis, em especial a gasolina (+2,06%). O etanol subiu 3,44%, o óleo diesel cresceu 0,52% e o gás veicular avançou 0,20%.  

O grupo “comunicação” apresentou a maior variação (0,82%). Os grupos “habitação” (-0,11%) e “vestuário” (-0,25%) registraram variação negativa. No grupo “alimentação e bebidas”, a alta nos preços marcou 0,23% no geral. A alimentação no domicílio registrou variação de 0,10% ante o 0,14% do mês anterior, com influência das quedas do leite longa vida (-5,59%) e do ovo de galinha (-4,48%). No lado das altas, os destaques ficaram com o tomate (20,52%) e as carnes (0,84%), principalmente o contrafilé (1,86%) e a alcatra (1,61%). A alimentação fora do domicílio (0,55%) também desacelerou em relação ao mês anterior (0,60%). A refeição saiu de 0,23% em dezembro para 0,66% em janeiro, enquanto o lanche, que havia registado 1,50% no mês anterior, variou 0,27% no primeiro mês de 2026.

IPCA-15

28/01/2026 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 registrou alta de 0,20% em janeiro. Ficou 0,05% abaixo do resultado de dezembro (0,25%). Nos últimos doze meses, o índice acumula 4,50%. Em janeiro de 2025, a taxa carimbou 0,11%. O IPCA-15 é a ferramenta usada pelo IBGE para medir a inflação oficial nos primeiros quinze dias de cada mês. Em janeiro, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, os grupos “habitação” (-0,26%) e “transportes” (-0,13%) apresentaram recuo na taxa. Os demais grupos ficaram entre o 0,05% do grupo “educação” e o 0,81% do grupo “saúde e cuidados pessoais”. O grupo “alimentação e bebidas”, acelerou na passagem de dezembro (0,13%) para janeiro (0,31%). A maior alta recaiu nos preços do tomate (+16,2%).


 

 

 



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