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Categoria: IPCA
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IPCA-15

24/12/2025 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 registrou 0,25% em dezembro. Ficou 0,05% acima do resultado de novembro (0,20%). Com este resultado, o índice fechou o ano com alta de 4,41%. Em dezembro de 2024, a taxa carimbou 0,34%. O IPCA-15 é a ferramenta usada pelo IBGE para medir a inflação oficial nos quinze primeiros dias de cada mês. Agora, dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados, sete tiveram alta. A maior variação e o maior impacto positivo vieram do grupo “transportes” (0,69% e 0,14%).

Nesse grupo, consideraram-se os aumentos de tarifas de ônibus urbanos e de metrôs nalgumas capitais. O grupo “artigos de residência” (-0,64% e -0,02%) registrou a quarta redução consecutiva na média de preços. As demais variações ficaram entre o recuo de -0,01% no grupo “saúde e cuidados pessoais” e o aumento de 0,69% no grupo “vestuário”. No grupo “alimentação” (+0,13%), os preços das carnes subiram em média 1,54%, enquanto as frutas em geral avançaram 1,46%. Do lado das baixas, destaque para os preços do tomate (-14,5%), do leite longa vida (-5,37) e do arroz (-2,37%).

Inflação
de novembro

hospedagem12/12/2025 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de novembro registrou 0,18%. Ficou 0,09% acima da taxa de outubro (0,09%). No ano, o índice acumula alta de 3,92%. Nos últimos doze meses são 4,46%, percentual abaixo dos 4,68% dos doze meses anteriores. Em novembro de 2024, a variação carimbou 0,39%. Em novembro, cinco dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE vieram com variação positiva.

Os grupos “despesas pessoais” (0,77%) e “habitação” (0,52%) apresentaram as maiores variações e o maior impacto (0,08% cada). No primeiro, o destaque ficou com o subgrupo “hospedagem”, com 4,09% de variação. No segundo, a maior influência veio da energia elétrica residencial, cuja alta marcou 1,27%. Seguiram-se os grupos “vestuário” (0,49%), “transportes” (0,22%) e “educação” (0,01%). Os demais grupos ficaram no campo negativo: “artigos de residência” (-1%), “comunicação” (-0,2%), “saúde e cuidados pessoais” (-0,04%) e “alimentação e bebidas” (-0,01%). Na alimentação, destaca-se a queda -10,3% nos preços do tomate.