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Categoria: IPCA
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Inflação

energia12/08/2026 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo registrou alta de 0,07% em julho, 0,09% abaixo do 0,16% observado em junho. No ano, o índice acumula alta de 3,44%. Nos últimos doze meses são 4,44%, abaixo dos 4,64% dos doze meses anteriores. Em julho de 2025, a variação carimbou alta de 0,26%. Agora, a maior variação (0,99%) e impacto (0,15%) vieram do grupo “habitação”. 

Nesse grupo, a pressão veio especialmente dos preços da energia elétrica residencial. Esses preços subiram de 1,53% em junho para 3,09% em julho. Houve reajustes tarifários em diversas regiões do país. Por outro lado, o grupo “alimentação e bebidas” apresentou queda de -0,67%, com -0,14% de impacto no índice geral. Nesse grupo, os preços do tomate caíram em média -29,1%. Depois vieram a batata (-19,6%), a cenoura (-14,4%) e o café moído (-2,45%). Os demais grupos variaram entre a queda de -0,66% no grupo “vestuário” e a alta de 0,40% no grupo “saúde e cuidados pessoais”.

IPCA 15

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15 registrou alta de 0,06% em julho. Ficou 0,35% abaixo da taxa de junho (0,41%). No ano, o índice acumula alta de 3,51%. Em doze meses são 4,52%. Em julho de 2025, a taxa carimbou 0,33%. O IPCA-15 é a ferramenta usada pelo IBGE para medir a inflação oficial nos primeiros quinze dias de cada mês. De 1.º a 15 julho, dos nove grupos pesquisados, o grupo “habitação” apresentou a maior variação e maior impacto (0,97% e 0,15%), em oposição ao grupo “alimentação e bebidas”, o de menor variação e impacto (-0,66% e -0,15%). Os demais ficaram entre a queda de -0,33% no grupo “vestuário” e a alta de 0,28% no grupo “saúde e cuidados pessoais”.