Setembro Novas Vagas
setembro18

23/10/2018 — O mercado de trabalho brasileiro criou 137.336 empregos com carteira assinada em setembro, de acordo com os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgados pelo Ministério do Trabalho. Esse é o melhor resultado para o mês desde setembro de 2013, quando foram gerados 211.068 empregos formais. O mês de setembro é o nono seguido com criação de empregos formais, de acordo com a série histórica com ajuste sazonal. O mês registrou o melhor desempenho do ano e ficou à frente de abril, quando a economia gerou 127.134 empregos formais, até então, o melhor resultado de 2018. O único mês negativo do ano foi junho, com - 661. O maior impacto para o resultado positivo de setembro veio do setor de serviços, com a abertura de 60.961 novos empregos. No acumulado de janeiro a setembro, o Caged registra criação de 719.089 empregos formais na série com ajuste sazonal. Nos doze meses até setembro, são 459.217 empregos com carteira assinada.

carteira profissional1Mês a Mês — Brasil
077.822  JANEIRO
061.188  FEVEREIRO
056.151  MARÇO
115.898  ABRIL
033.659  MAIO
000.661  JUNHO
047.319  JULHO
110.431  AGOSTO
137.336  SETEMBRO

Serviços & Emprego
23/10/2018 — No mês de setembro, o setor de serviços puxou a criação de empregos no Brasil. Segundo os dados publicados pelo Ministério do Trabalho, no mês de setembro de 2018, o setor contratou 517.209 e demitiu 456.248, gerando o saldo positivo de 60.961 novos postos de trabalho. No acumulado de janeiro a setembro, o setor apresenta o saldo de 395.016 novos postos de trabalho com carteira assinada. No mesmo período de 2017 o saldo positivo registrou 78.190, representando um resultado positivo, de um período para o outro, de impressionantes 400,08%. O Estado de São Paulo, nos primeiros nove meses do ano, também fechou positivamente, com saldo de 139.086 novos registros, representando 35,21% do saldo do país. Em Franca, o saldo positivo nos serviços registrou 1.775 novas vagas, representando 1,28% do total do estado e 0,45% do total do país.

construcao civil1Empregos 2017
26/01/2018 — O Brasil perdeu 20.832 postos de trabalho em 2017, terceiro ano seguido no vermelho, apesar do início da recuperação econômica e da vigência das flexibilizações trabalhistas defendidas pelo governo para impulsionar o número de vagas. Em dezembro, houve o fechamento líquido de 328.539 postos, apontou o Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, divulgado pelo Ministério do Trabalho. O resultado representou a melhor marca para dezembro, que é tradicionalmente negativo, desde 2007 (-319.414 postos). Houve criação líquida de 2.574 vagas de trabalho intermitente no último mês do ano, sob os efeitos da reforma trabalhista.

Ao propor essa reforma, o governo do defendeu que as flexibilizações legislativas ajudariam na retomada do emprego. No ano, esse saldo foi de 5.641 postos, considerando a vigência da reforma a partir de novembro. Apesar de seguir no campo negativo, o fechamento de vagas formais em 2017 representou forte melhoria sobre o ano anterior, quando foram encerrados 1,3 milhão de empregos, e sobre 2015, quando o saldo ficou no vermelho em 1,5 milhão de vagas, na série com ajustes. O desempenho no ano passado foi influenciado principalmente pelo fechamento líquido de 103.968 vagas na construção civil e de 19.900 na indústria da transformação. Ficaram no azul, por outro lado, o comércio (+40.087), a agropecuária (+37.004) e o setor de serviços (+36.945).

De maneira geral, o mercado de trabalho tende a responder de maneira tardia ao ciclo econômico, tanto em momentos de desaceleração quanto de recuperação. O Ministério do Trabalho trabalhava com a perspectiva de encerrar o ano próximo do zero a zero. Para os padrões do Caged, a redução em 2017 é equivalente à estabilidade do nível de emprego, confirmando os bons números do mercado, na maioria dos meses do ano passado, e apontando para um cenário otimista para 2018. Nos três meses encerrados em novembro, a taxa de desemprego caiu a 12%, segundo dados mais recentes divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É o mesmo patamar registrado no fim de 2016, refletindo, porém,  ainda, o aumento da informalidade.


 

 

 



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