Exportações
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09/06/2020 — Depois de subir em abril, a balança comercial começou a sentir os efeitos da pandemia de coronavírus e registrou contração em maio. No mês passado, o país exportou US$ 4,548 bilhões a mais do que importou, queda de 19,1% em relação ao resultado positivo de US$ 5,624 bilhões de maio de 2019. Este é o resultado mais baixo para meses de maio desde 2015, quando a balança tinha registrado superávit de US$ 2,751 bilhões. No geral, a agropecuária segurou perdas maiores. No mês cinco, o setor vendeu para o exterior US$ 99,9 milhões, alta de 51,1% no comparativo com o mesmo mês do ano passado. Com o resultado de maio, a balança comercial — diferença entre exportações e importações — acumula superávit de US$ 16,3 bilhões nos cinco primeiros meses de 2020, valor 19,5% inferior ao do mesmo período do ano passado.

Ranking
O Brasil aparece no vigésimo sétimo lugar entre os maiores exportadores do mundo, segundo relatório divulgado pela Organização Mundial do Comércio em 2018. No período, segundo a OMC, o país registrou, na comparação anual, aumento de 10% nas vendas. Agora, este ano, entre janeiro e maio de 2020, as exportações brasileiras somam US$ 84,5 milhões. Alguns dos produtos que mais encontram demanda no exterior são tradicionalmente associados às terras brasileiras, como a soja e o café. No entanto, a lista de itens mais comercializados pelo país é mais ampla. O maior produto de exportação do Brasil é a soja, com US$ 16,3 bilhões em 2020 ou 19% do total. No segundo lugar aparece o petróleo, com US$ 16,3 bilhões ou 11% do total. A medalha de bronze é do minério de ferro, com US$ 7,5 bilhões ou 8,9% do total.

 

 



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