Varejo & Natal
brinquedos

31/12/2019 — A previsão se confirmou. O Natal de 2019 foi o melhor em anos. Ao menos para o varejo. Segundo balanço feito pela Associação dos Lojistas de Shopping, as vendas natalinas deste ano superaram as do ano passado em 9,5%. Esse é o mais forte crescimento do comércio varejista para esta época do ano desde 2014. A forte aceleração no fim do ano fez o faturamento do comércio varejista saltar 7,5% ao longo do ano, superando a expectativa de alta de 5%. A projeção de receitas do varejo nos shoppings centers alcançou R$ 168,2 bilhões em 2019. De acordo com os estudos da Alshop, a liderança das vendas neste Natal ficou com as áreas de brinquedos e cosméticos. Os produtos eletrônicos, puxados pelo novo iPhone 11, também tiveram desempenho acima da média.

Varejo & IBGE
13/12/2019 — As vendas no varejo variaram 0,1% em outubro de 2019 na comparação com setembro. É o sexto mês consecutivo de crescimento, com acréscimo de 2,7% no período. O índice da média móvel trimestral, após acréscimo de 0,6% no trimestre encerrado em setembro, encerrou o trimestre de outubro com 0,4%). Seis das oito atividades pesquisadas pela pesquisa do IBGE tiveram resultados positivos em outubro, com destaque para destaque para área de equipamentos e material para escritório, informática e comunicação (5,3%). A área de tecidos, vestuário e calçados cresceu 0,2%. As duas áreas com recuo nas vendas foram os supermercados (-0,1%) e as livrarias (-1,1%). Em comparação com outubro de 2018, o comércio varejista mostrou crescimento de 4,2%.

Emprego
Refletindo o movimento das vendas, o comércio varejista brasileiro melhorou o desempenho no que concerne à criação de emprego com carteira assinada. Em outubro, no último levantamento do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados, está consignada a criação de 36.732 vagas em todo o país. Ésse é o saldo do confronto das 305.914 admissões com as 269.182 demissões registradas no mês. Nos primeiros dez meses de 2019, porém, o varejo acumula 22.650 vagas perdidas. Na comparação com o mesmo período do ano passado (-50.496 vagas), como se vê, houve menos perdas. Para o resultado negativo deste ano, São Paulo contribuiu com 28,4% ou 6.441 vagas fechadas. Em Franca, no período mencionado, foram criadas 563 vagas. Na capital, fecharam-se 1.562 vagas e em Ribeirão Preto, 27.


 

 

 



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