Economia & Varejo
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14/06/2018 — Em abril de 2018, o volume de vendas do comércio varejista nacional variou 1,0% frente a março, na série com ajuste sazonal. Com isso, a média móvel trimestral ficou em 0,7% e manteve o ritmo do trimestre anterior, encerrado em março (0,7%). Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 0,6% em relação a abril de 2017. Foi a décima terceira taxa positiva seguida, embora a menos acentuada. O efeito do deslocamento da Páscoa exerceu influência negativa nas vendas do mês em referência. Com isso, o varejo acumulou alta de 3,4% no ano. O acumulado nos últimos doze meses cresceu 3,7%, praticamente mantendo o ritmo de março (3,8%). Os dados são da pesquisa mensal do IBGE.

No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de veículos, motos, partes e peças e de material de construção, o volume de vendas variou 1,3% em relação a março. A média móvel trimestral, nesse segmento, ficou em 1,1% no trimestre encerrado no mês quatro. Frente a abril de 2017, houve alta de 8,6%, décima segunda taxa positiva consecutiva, acumulando ganhos de 7,4% no ano. O acumulado nos últimos doze meses (7,0%) mantém trajetória ascendente iniciada em julho de 2016 (-10,4%). É o maior desempenho desde maio de 2013 (7,6%). O maior impacto positivo no desempenho do varejo em abril veio do setor de “artigos de saúde, perfumaria e cosméticos”, com 10,3% de crescimento. O setor de “tecidos, vestuário e calçados” cresceu apenas 0,3% e o de “alimentos e bebidas”, 1,0%.

Emprego Formal
Esse desempenho do comércio varejista influenciou também o mercado formal do trabalho no setor. Segundo os números do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, foram abertas, no Brasil, em abril de 2018, 8.790 novos postos de trabalho. O saldo positivo é resultado do confronto das 265.002 admissões com as 256.212 demissões registradas no mês quatro. No acumulado do quadrimestre, porém, o saldo é negativo, com o fechamento de 82.948 vagas. Embora esse resultado seja 27,5% menos pior que no mesmo período de 2017 (-114.372), a situação é muito preocupante. Nos doze meses terminados em abril, por outro o saldo positivo 44.571 vagas ainda traz algum alento. Isso, porque nos doze meses imediatamente anteriores (maio de 2016 a abril de 2017), registrou-se um grande saldo negativo: -113.448 vagas.

Desempenho Em Março
15/05/2018 — Em março de 2018, o volume de vendas do comércio varejista nacional variou 0,3% frente a fevereiro, na série com ajuste sazonal, após recuar 0,2% no segundo mês do ano. Com isso, a média móvel trimestral teve, também, aumento de 0,3% frente ao trimestre encerrado em fevereiro. Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 6,5% em relação a março de 2017, o maior resultado desde abril de 2014 (6,7%). Com isso, o varejo acumulou altas de 3,8% no ano e de 3,7% nos últimos doze meses, mantendo a recuperação em curso desde outubro de 2016. Com alta de 12,3% frente a março de 2017, o setor de hipermercados e supermercados exerceu o maior impacto positivo no desempenho do varejo em março.

Desempenho Em Fevereiro
14/04/2018 — Em fevereiro de 2018, o volume de vendas do comércio varejista nacional variou -0,2% frente a janeiro, na série com ajuste sazonal, após avançar 0,8% de dezembro para janeiro. Com isso, a média móvel trimestral ficou estável. Na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 1,3% em relação a fevereiro de 2017. Foi a décima primeira taxa positiva seguida, embora a menos acentuada. Com isso, o varejo acumulou alta de 2,3% no ano. O acumulado nos últimos doze meses cresceu 2,8%, mantendo a recuperação em curso desde outubro de 2016. No comércio varejista ampliado, que inclui as atividades de “veículos, motos, partes e peças” e de “material de construção”, o volume de vendas variou 0,1% em relação a janeiro. Frente a fevereiro de 2017, houve alta de 5,2%. O acumulado nos últimos doze meses (5,4%) foi o maior desde julho de 2013 (5,8%)

Desempenho em Janeiro
14/03/2018 — Em janeiro de 2018, o volume de vendas do comércio varejista nacional cresceu 0,9% frente a dezembro de 2017, na série com ajuste sazonal, compensando o recuo de dezembro (-0,5%). Com isso, a variação da média móvel do trimestre encerrado em janeiro (0,3%) reverteu a queda em relação ao resultado do trimestre encerrado em dezembro (-0,1%). Na série sem ajuste sazonal, frente a janeiro de 2017, o volume de vendas do comércio varejista cresceu 3,2%, décima taxa positiva consecutiva nessa comparação. O acumulado nos últimos doze meses subiu 2,5% em janeiro de 2018 e teve sua maior alta desde de novembro de 2014 (2,6%), prosseguindo em trajetória ascendente desde outubro de 2016 (-6,8%). Cinco das oito atividades pesquisas pelo IBGE apresentaram variação positiva, sendo a mais relevante a representada pelos produtos alimentícios e bebidas.


 

 



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