Setor de Serviços

19/06/2018 — Em abril, pela primeira vez no ano, o setor de serviços cresceu frente ao mês anterior, avançando 1,0% em relação a março. Na comparação com abril de 2017 o volume cresceu 2,2%, a taxa mais alta desde março de 2015 (2,3%). Com isso, o acumulado do ano ficou em -0,6% e o dos doze meses, em -1,4%, a taxa negativa menos intensa desde agosto de 2015 (-1,2%). O crescimento foi acompanhado por quatro das cinco atividades investigadas, com destaque para o setor de “transportes, serviços auxiliares aos transportes e correio” (1,2%) e dos “serviços profissionais, administrativos e complementares” (1,7%). Os demais resultados positivos vieram dos “serviços prestados às famílias” (1,5%) e dos “outros serviços” (0,7%). Por outro lado, o único impacto negativo veio dos “serviços de informação e comunicação” (-1,1%). O agregado das atividades turísticas subiu 3,3% na passagem de março para abril.

Serviços & Empregos
Na questão formal de empregos, os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, demonstram que o setor de serviços criou, em abril, 64.237 novas vagas. Esse saldo é a diferença entre 547.200 admissões e as 482.963 demissões registradas no quarto mês do ano. No acumulado quadrimestre, o setor registra saldo positivo de 234.085, um crescimento de 455,2% no comparativo com o mesmo período de 2017, quando foram registradas 48.718 novos postos de trabalho. Todos os subsetores catalogados pelo Caged apresentaram variação positiva no quadrimestre, com destaque para o subsetor de “serviços educacionais”, com 79.520 novos postos de trabalho. O subsetor de “comércio e administração de imóveis” também foi muito bem, com saldo de 70.935 novas vagas. O subsetor de “serviços de saúde” ficou em terceiro lugar, com 32.389.

Dezembro 2017
17/02/2018 — Em dezembro de 2017, o setor de serviços cresceu 1,3% em relação a novembro, após subir 1,0% em novembro e recuar 0,5% em outubro. Em relação a dezembro de 2016, o volume de serviços cresceu 0,5%, interrompendo a série de 32 resultados negativos nessa comparação. A taxa acumulada no ano e em 12 meses ficou em -2,8%. Por atividades, houve altas nos segmentos dos “transportes, serviços auxiliares dos transportes e correio” (2,3%); “serviços profissionais, administrativos e complementares” (0,6%); e “outros serviços” (0,7%), sendo que os dois primeiros segmentos avançaram pelo segundo mês consecutivo, com variações de 0,9% e 0,8%, respectivamente, em novembro.

Já os segmentos de “serviços prestados às famílias” (-0,9%) e “serviços de informação e comunicação” (-0,3%), recuaram frente a novembro, após avanço de 0,9% (ambos os segmentos) sobre outubro. O agregado especial das “atividades turísticas” cresceu 2,8%, após alta de 1,2% em novembro. A receita nominal do setor variou 0,9% em relação a novembro e subiu 5,0% em relação a dezembro de 2016. No acumulado do ano e em 12 meses, a receita cresceu 2,5%. Nos resultados regionais, as maiores altas, em relação a novembro, aconteceram no Estado de Roraima (15,1%), no Estado do Maranhão (5,4%) e no Estado do Espírito Santo (4,6%). As quedas mais intensas foram registradas no Tocantins (-12,7%), no Ceará (-3,4%) e no Mato Grosso (-2,6%). No emprego formal, segundo o Ministério do Trabalho, o setor de serviços fechou 16.402 vagas em 2017, no comparativo com 2016.


 

 



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