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10/08/2019 — O volume de serviços no Brasil recuou 1,0% em junho de 2019, na comparação com o mês anterior, eliminando o ganho acumulado de 0,5% observado entre abril e maio. Em relação a junho de 2018, o volume caiu 3,6%. O acumulado do ano cresceu 0,6%, com ligeira perda de dinamismo frente ao segundo semestre de 2018 (0,8%). Já o acumulado nos últimos doze meses, ao passar de 1,1% em maio para 0,7% em junho de 2019, o setor de serviços voltou a assinalar perda de ritmo de crescimento. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços, publicada nesta sexta-feira pelo IBGE. A retração de julho foi  observada na em todas as cinco atividades investigadas, com destaque para o sub-setor de “informação e comunicação”, com queda de -2,6%.

Emprego
Na contra-mão do fraco desempenho das atividades, o setor de serviços criou razoável número de vagas de emprego em junho de 2019. Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados da Secretaria Nacional do Trabalho, foram abertas apenas 23.020 vagas nos quase quatro milhões de estabelecimentos registrados. O saldo de junho deste ano é muito superior ao registrado em junho do ano passado, de apenas 589 vagas de emprego criadas. No acumulado de 2019, o setor de serviços tem saldo positivo de 252.276 novos postos de trabalho com carteira assinada. Segundo o Caged, esse saldo é 0,38% menor do que o registrado nos primeiros cinco meses de 2018, de 253.251 novas vagas. O setor de serviços emprega 17,4 milhões de trabalhadores.

Maio
16/07/2019 — O volume do setor de serviços ficou estável em maio (variação zero), na comparação com o mês anterior, segundo divulgou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. O IBGE reforçou a leitura de fraqueza da economia no segundo trimestre do ano. Na comparação com maio do ano passado houve alta de 4,8%. Ressalte-se que, no mês marcado pela greve dos caminhoneiros, no ano passado, registrou-se um tombo em diversos setores da economia, incluindo o de serviços. O IBGE também revisou os dados de abril, que teve alta de 0,5%, maior do que a divulgada anteriormente, de 0,3%. Também revisou os dados dos meses anteriores: março (de -0,8% para -0,7%), fevereiro (de -0,4% para -0,6%) e de janeiro (de -0,6% para -0,3%).


 

 



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