Inflação       

07/11/2019 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, que mede a inflação do país, ficou em 0,10% em outubro. Esse é o menor resultado para o mês em vinte e um anos, quando registrou 0,02% em 1998. Segundo o IBGE, a inflação baixa foi motivada, principalmente, pela queda no preço das contas de luz. Os dados foram divulgados pelo IBGE. Em relação ao mês anterior, o resultado representa uma ligeira aceleração, já que em setembro o índice registrou deflação de 0,04%. No acumulado do ano, a inflação está em 2,60% e, nos últimos doze meses, em 2,54%. Esses percentuais estão abaixo da meta para a inflação em 2019 definida pelo governo. A meta é 4,25%, mas há margem de tolerância de 1,5% para mais ou para menos.

Dos nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, três apresentaram deflação de setembro para outubro, com destaque para o grupo “habitação(-0,61%), responsável pela maior contribuição negativa no IPCA do mês, com -0,10%. Entre as taxas positivas, destacam-se o grupo “vestuário” (0,63%), “saúde”, “cuidados pessoais” (0,40%) e “transportes” (0,45%). Já o grupo “alimentação e bebidas”, após a variação negativa observada em setembro (-0,43%), apresentou ligeira alta de 0,05%, contribuindo com 0,01% na composição do IPCA. Os demais grupos ficaram entre a queda de 0,09% nos “artigos de residência” e a alta de 0,20% nas “despesas pessoais”. Na alimentação, o destaque nas altas ficou com as carnes, acréscimo de 1,77% em relação a setembro.

IPCA 15
23/10/2019 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo 15, que mede a inflação oficial nos primeiros quinze dias do mês, variou 0,09% em outubro, mesmo percentual registrado em setembro. Segundo os dados do IBGE, este é o menor resultado para um mês de outubro desde 1998, quando a taxa foi de 0,01%. No ano, o IPCA-15 acumula alta de 2,69%. Em doze meses, a taxa registra 2,72%, abaixo dos 3,22% registrados nos doze meses imediatamente anteriores. Em outubro de 2018, a taxa marcou 0,58%. O grupo “saúde e cuidados pessoais” apresentou a maior variação (0,85%) e o maior impacto no índice (0,10%). O grupo “alimentação e bebidas” apresentou inflação negativa pelo terceiro mês consecutivo (-025%). A maior queda veio da cebola (-17,7%).

Mês a Mês
0,32% em janeiro
0,43% em fevereiro
0,75% em março
0,57% em abril
0,13% em maio
0,01% em junho
0,19% em julho
0,11% em agosto
-0,04% em setembro
0,10% em janeiro


 

 



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