MAIO    2018    12 MESES
2018 maio info

09/06/2018 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo do mês de maio foi de 0,40%, ficou 0,18% acima da taxa de 0,22% registrada em abril. O acumulado no ano (1,33%) é o menor para um mês de maio desde a implantação do Plano Real. O acumulado nos últimos doze meses subiu para 2,86%, contra os 2,76% nos doze meses imediatamente anteriores. Em maio de 2017, a taxa atingiu 0,31%. O IPCA de maio é o primeiro a incorporar em seu cálculo a nova metodologia de apropriação das variações dos itens “mão de obra para pequenos reparos” e “empregado doméstico”. Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, apenas o “artigos de residência” (-0,06%) apresentou deflação no mês passado. Os demais variaram entre o 0,06% e 0,83%.

O grupo “habitação” apresentou a maior variação dentre os grupos de produtos e serviços pesquisados (0,83%) e deu a maior contribuição para o índice. O destaque foi a energia elétrica que, após a alta de 0,99% registrada em abril, subiu 3,53% em maio, correspondendo a 0,12% no índice do mês. Em maio vigorou a bandeira tarifária amarela, adicionando a cobrança de R$ 1,00 a cada 100 kwh consumido. O grupo “alimentação e bebidas” apresentou alta de 0,32%. Tanto os alimentos para consumo no domicílio (0,36%) quanto a alimentação fora (0,26%) apresentaram aceleração de preços. Nos demais grupos de produtos e serviços destacam-se: “saúde e cuidados pessoais” (0,57%) e o “plano de saúde” (1,06%). Os maiores impactos individuais no índice de maio vieram do grupo dos “transportes” (0,40%).

2018 mes a mes

Desempenho Em Abril
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de abril foi de 0,22%, sobrepondo-se ao mês de março em 0,13%. O acumulado no ano registra 0,92%, o menor nível para um mês de abril desde a implantação do Plano Real. O acumulado dos últimos doze meses ficou em 2,76%, depois de registrar 2,68% nos doze meses imediatamente anteriores. Em abril de 2017, o IPCA havia atingido 0,14%. Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados pelo IBGE, apenas o “comunicação” apresentou deflação em abril, com variação de -0,07%. O grupo “transportes” mostrou, na média, estabilidade nos preços. Já os demais grupos vieram com alta, variando de 0,08% a 0,91%. A maior alta veio do grupo “saúde” teve a maior alta (0,91%), respondendo pela metade do índice do mês. A alta registrada pelo grupo “alimentos” foi de 0,09%.

Desempenho Em Março
11/04/2018 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de março variou 0,09%, bem abaixo do resultado de fevereiro (0,32%). O acumulado soma 0,70%. Tanto a variação mensal quanto o acumulado de 2018 representam o menor nível para um mês de março desde a implantação do Plano Real. O acumulado dos últimos doze meses caiu para 2,68%, depois de registrar 2,84% nos doze meses imediatamente anteriores. Em março de 2017, o IPCA havia atingido 0,25%. Entre os nove grupos de produtos e serviços pesquisados, o de “transportes” (-0,25%) e “comunicação” (-0,33%) apresentaram deflação em março. Já os demais grupos vieram com alta variando de 0,05% a 0,48%. O impacto do grupo “alimentação e bebidas” foi de 0,07%. O maior impacto veio do grupo “Saúde”, com destaque para os reajustes dos planos particulares.

ipca2017

10/01/2018 — O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo de dezembro foi de 0,44%, ficando 0,16% acima do resultado de novembro (0,28%). Essa foi a maior variação mensal de 2017. Em 2016, o IPCA do mês atingiu 0,30%. Assim, o índice acumulado em 2017 foi 2,95%. Ficou 3,34% abaixo dos 6,29% registrados em 2016. Esse acumulado foi o menor desde 1998 (1,65%). O aumento da inflação de dezembro em relação a novembro sofreu a influência dos grupos “alimentação e bebidas” e “transportes”. O primeiro subiu 0,54%. O segundo, 1,23%. Nos alimentos, a pressão veio, principalmente, das carnes, das frutas e do pão francês. Nos transportes, os itens que mais subiram foram as passagens aéreas e a gasolina. Os dados do IPCA foram publicados pelo IBGE.

No grupo dos alimentos, após sete meses consecutivos de variação negativa, a mudança de -0,38% em novembro para 0,54% em dezembro deveu-se à alimentação consumida em casa, que passou de -0,72% para 0,42%. Apesar de alguns produtos terem caído de preços, como o feijão-carioca (-6,73%) e o leite longa vida (-1,43%), outros, também importantes na mesa dos brasileiros, exerceram pressão contrária, como as carnes (1,67%), as frutas (1,33%), o frango inteiro (2,04%) e o pão francês (0,67%). A alimentação consumida fora de casa também acelerou de novembro para dezembro, com os preços subindo, em média, 0,74%.

Os principais impactos individuais no índice do mês, ambos de 0,09%, foram exercidos pelas passagens aéreas, com alta de 22,28%, e pela gasolina, cujo preço do litro ficou, em média, 2,26% mais caro. Juntos, com impacto de 0,18%, eses dois itens representaram 41% do IPCA de dezembro. Eles também foram os principais responsáveis para que o grupo “transportes” (1,23%) apresentasse a maior alta no mês, considerando-se, ainda, o aumento de 4,37% do etanol. Na gasolina, observa-se que o aumento é reflexo dos reajustes concedidos durante o período de coleta do índice, que montam de 2,05%. No grupo “vestuário” (0,84%), os destaques ficaram com os itens “roupa masculina” (1,27%), “roupa infantil” (1,05%), “roupa feminina” (0,71%) e “calçados” (0,69%). Considerando os demais grupos, destacam-se, no lado das altas: plano de saúde (1,06%), empregado doméstico (0,52%) e eletrodomésticos (0,36%).

inflacao2a IPCA 2017
JANEIRO       0,38%
FEVEREIRO       0,33%
MARÇO       0,25%
ABRIL       0,14%
MAIO       0,31%
JUNHO       -0,23%
JULHO       0,24%
AGOSTO       0,19%
SETEMBRO       0,16%
OUTUBRO       0,42%
NOVEMBRO       0,28%
DEZEMBRO       0,44%

 

 



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