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Categoria: Comércio Varejista
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12/11/2020 — Em setembro de 2020, o comércio varejista nacional cresceu 0,6% frente a agosto na série com ajuste sazonal, quinta alta consecutiva desde maio de 2020. A média móvel trimestral carimbou 2,8%. Na série sem ajuste sazonal, em relação a setembro de 2019, o comércio cresceu 7,3%, quarta taxa positiva consecutiva. No acumulado do ano, o setor registra estabilidade (0,0%), após cinco meses no campo negativo. Já o acumulado nos últimos doze meses aumentou 0,9%. Os dados são da pesquisa mensal do IBGE. Na passagem de agosto para setembro de 2020, houve alta em cinco das oito atividades pesquisadas. O destaque vai para a área de livros, jornais e revistas, com crescimento de 8,9% nos negócios. Por outro lado, a área de tecidos, vestuário e calçados registrou queda de -2,4%. O mesmo ocorreu com a área de alimentos (-0,4%).

Em agosto
09/10/2020 — Em agosto de 2020, o volume de vendas do comércio varejista nacional cresceu 3,4% frente a julho, na série com ajuste sazonal, após alta de 5,0% em julho. Com esse resultado, o volume das vendas atingiu o maior patamar da série histórica da Pesquisa Mensal de Comércio do IBGE. Ficou 2,6% acima do recorde anterior, de outubro de 2014. A média móvel trimestral cresceu 5,6% no trimestre encerrado em agosto. Frente a agosto de 2019, na série sem ajuste sazonal, o comércio varejista cresceu 6,1%. Já o acumulado nos últimos doze meses marcou 0,5%.

No comércio varejista ampliado, que inclui veículos, motos, partes e peças e material de construção, o volume de vendas cresceu 4,6% em relação a julho, enquanto a média móvel do trimestre registrou 7,6%. Em relação a agosto de 2019, o varejo ampliado cresceu 3,9% contra 1,6% em julho de 2020, segunda taxa positiva consecutiva. O acumulado nos últimos doze meses caiu -1,7%. Na série com ajuste sazonal, de julho para agosto de 2020, cinco das oito atividades pesquisadas tiveram alta: “tecidos, vestuário e calçados” (30,5%), “outros artigos de uso pessoal e doméstico” (10,4%), “móveis e eletrodomésticos” (4,6%), “equipamentos e material para escritório, informática e comunicação” (1,5%) e “combustíveis e lubrificantes” (1,3%).

Ainda frente a julho de 2020, houve recuo nas vendas nos grupos “artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos(-1,2%), “hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo(-2,2%) e “livros, jornais, revistas e papelaria(-24,7%). Por estados, segundo o IBGE, registrou-se crescimento nas vendas em 25 unidades da federação. O destaque ficou com o Acre com alta de 15,6%, seguido do Rondônia (12,8%) e do Amapá (12,1%). As quedas ocorreram em Tocantins (-2,4%) e no Rio Grande do Sul (-0,2%).