Produção Industrial
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04/04/2018 — A produção industrial nacional em fevereiro teve acréscimo de 0,2% frente a janeiro, na série com ajuste sazonal. O resultado positivo vem depois de um recuo (-2,2%) em janeiro. Em relação a fevereiro de 2017, na série sem ajuste sazonal, a indústria cresceu 2,8%, décima taxa positiva consecutiva nessa comparação e a menos acentuada desde setembro de 2017 (2,6%). O índice acumulado do ano teve alta de 4,3%. O acumulado nos últimos doze meses avançou 3,0%, o melhor resultado desde junho de 2011 (3,6%). Entre os setores, as principais influências positivas foram: perfumaria, sabões, produtos de limpeza e de higiene pessoal (4,4%), couro, artigos para viagem e calçados (4,1%), produtos de metal (3,1%), máquinas, aparelhos e materiais elétricos (2,6%) e veículos automotores (0,9%). O setor de bebidas (1,8%) manteve o crescimento e acumulou expansão de 6,9% nos três últimos meses.

Emprego Formal
Segundo os dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados do Ministério do Trabalho, o Brasil tem 655.896 estabelecimentos industriais formalizados. No dia 1.º de janeiro de 2018, esses estabelecimentos registravam 7.178.839 trabalhadores. No mês de fevereiro o saldo do emprego formal no setor foi de 17.363 novas vagas, resultado decorrente do encontro das 229.629 admissões com as 212.266 demissões. No acumulado do primeiro bimestre, o saldo positivo é de 66.863 novos postos de trabalho, representando um acréscimo de 211,7% sobre o mesmo período de 2017, quando o saldo positivo registrou 21.450 vagas. O subsetor que mais criou vagas em janeiro/fevereiro foi o de calçados, com 17.544, representando 12,6% do total do período. O segundo lugar pertence ao subsetor da indústria têxtil, com saldo de 12.808, representando 9,2% do total. O subsetor da indústria de alimentos regrediu, com o fechamento de 9.230 postos de trabalho, segundo os dados do Caged.

Desempenho Janeiro

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07/03/2018 — Em janeiro de 2018, a produção industrial nacional mostrou redução de 2,4% frente a dezembro de 2017, na série com ajuste sazonal, interrompendo, assim, quatro meses de resultados positivos seguidos. Essa foi a maior queda desde fevereiro de 2016 (-2,5%). Em relação a janeiro de 2017, na série sem ajuste sazonal, a indústria cresceu 5,7%, nona taxa positiva consecutiva e a mais acentuada desde abril de 2013 (9,8%). No acumulado dos últimos doze meses, ao avançar 2,8% em janeiro de 2018, a produção industrial marcou o resultado positivo mais elevado desde junho de 2011 (3,6%) e prosseguiu com a trajetória ascendente iniciada em junho de 2016 (-9,7%). Os dados são da pesquisa mensalmente feita pelo IBGE. Na área do emprego, em janeiro, a indústria mostrou recuperação.


 

 

 


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