Indústria
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04/10/2019 — Em agosto de 2019, a produção industrial brasileira cresceu 0,80% frente a julho, eliminando, assim, grande parte da perda de 0,90% acumulada no período maio-julho de 2019. No confronto com agosto de 2018, o total da indústria apontou redução de 2,30%, após também registrar recuo em junho (-5,90%) e julho (-2,50%). No acumulado deste ano, o setor industrial acumulou queda de 1,70%.

O acumulado nos últimos doze meses, recuo de 1,70%, mostrou perda de ritmo frente ao resultado do mês anterior (-1,30%) e permaneceu com a trajetória predominantemente descendente iniciada em julho de 2018 (3,20%). A atividade industrial mais positiva em 2019 foi a extrativa mineral, com crescimento de 6,60% na produção. A pesquisa do IBGE indica que houve queda de 2,70% na produção de bens não duráveis, como calçados, camisetas de malha e outros itens têxteis. Por outro lado, aumentou a produção de gasolina e álcool etílico.

Emprego
04/10/2019 — A indústria é um dos setores mais importantes para a criação de empregos com carteira assinada. Na contramão da queda na produção, o setor criou 19.517 postos de trabalho. O saldo é resultado das 227.941 admissões no confronto com as 208.424 demissões registradas no Cadastro Geral de Empregados e Desempregados da Secretaria Nacional do Trabalho. O sub-setor que mais contratou em maio foi a indústria de alimentos e bebidas, com 16.223 novas vagas. Pelo lado negativo, destaque para a indústria da borracha, fumo, couros, peles e similatres, com o fechamento de 5.197 vagas. No acumulado do ano, a indústria, de modo geral, registra saldo positivo de 539.640 vagas, crescimento de 7,54% em relação ao primeiros oito meses de 2018, saldo de 501.807 vagas.


 

 

 



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