frederico trajano15aMagazine & Internet

03/11/2017 — O Magazine Luiza registrou o maior lucro trimestral da sua história no terceiro trimestre deste ano: R$ 92,5 milhões, alta de 273% em relação ao mesmo período de 2016. A companhia atribui o bom resultado à aceleração das vendas, que cresceram 27% no período, somando R$ 3,4 bilhões. O grande destaque do trimestre foi a expansão do e-commerce, que avançou 55%, atingindo 30% das vendas totais da rede. As vendas fechadas em tablets e smartphones representaram 40% do total comércio online. Nas lojas físicas, as vendas cresceram 19%. Considerando apenas as lojas que já estavam abertas no mesmo período do ano passado, o crescimento foi de 15%. Até o final do ano, a empresa vai inaugurar mais trinta lojas, segundo o relatório divulgado.

Horas Extras = Multa
05/09/2017 — O Ministério Público do Trabalho entrou com uma ação de execução de multa por descumprimento de sentença contra o Magazine Luíza, no valor de R$ 5 milhões. De acordo com o processo, a empresa continua mantendo os seus funcionários em excesso de horas extras, mesmo após ter sido condenada definitivamente pela Justiça do Trabalho por causa da jornada irregular. O MTB aponta que a companhia, ao mesmo tempo que se autodeclara uma das melhores para se trabalhar, impõe jornadas de até 14 horas diárias aos seus funcionários. O processo trabalhista original que condenou a empresa refere-se à loja do grupo na cidade de Itapetininga, São Paulo. Embora tenha pagado, no processo, R$ 138,8 mil por danos morais coletivos, o Magazine Luíza descumpriu a determinação referente ao ajuste da jornada de trabalho.

magazine luiza loja3Vendas & Lucros
02/08/2017 — O Magazine Luiza registrou lucro líquido de R$ 72,4 milhões no segundo trimestre do ano, valor 594,5% superior aos R$ 10,4 milhões apurados em igual período do ano passado. Nos primeiros seis meses do ano, o lucro da varejista acumula R$ 130,9 milhões, montante 735,3% mais alto que no primeiro semestre de 2016. No critério ajustado, o lucro líquido trimestral atingiu R$ 73,3 milhões, com variação de 426,4% frente aos R$ 13,9 milhões segundo trimestre do ano passado. O Ebitda (lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização) teve alta de 44,5% para R$ 235,8 milhões entre abril e junho, com margem de 8,7%, 1,1% acima do registrado no primeiro trimestre de 2016. Em seis meses, o Ebitda chega a R$ 467,7 milhões, expansão de 52,2%.

O Ebitda ajustado teve alta de 40,7% no segundo trimestre, somando R$ 237,1 milhões, com a margem subindo de 7,8% para 8,8%. O ajuste exclui da conta as despesas não recorrentes. Entre abril e junho, a receita líquida somou R$ 2,7 bilhões, uma expansão de 25,7% na variação anual. No semestre, a receita é de R$ 5,506 bilhões, aumento de 24,8% na mesma comparação. Nas vendas onlinesite, aplicativo e redes sociais – o aumento foi de 55%. No trimestre passado, as vendas nas plataformas digitais da companhia já haviam registrado crescimento superior a 50%. Atualmente, o e-commerce já representa 28% do faturamento total do Magazine Luiza. Um dos destaques do trimestre, nesta área, foi o desempenho das vendas pelo app, com 6,2 milhões de downloads. O aplicativo do Magazine Luiza foi eleito pelo Google em 2016 um dos melhores do Brasil.

20170524 lucro-trimestrePrimeiro Trimestre
14/05/2017 — O Magazine Luiza registrou lucro líquido de R$ 58,5 milhões no primeiro trimestre de 2017, frente aos ganhos de R$ 5,2 milhões apurados em igual intervalo do ano passado. Segundo a companhia, a contribuição positiva do comércio eletrônico nas vendas totais, a diluição das despesas operacionais e a melhora na equivalência patrimonial impulsionaram o resultado. O lucro também cresceu fortemente, chegando a R$ 231,9 milhões (60,9%). A receita da companhia avançou 24% (R$ 2,8 bilhões), com destaque para as vendas no e-commerce, que cresceram 56,2%. A participação do Cartão Luiza nas vendas totais chegou a 20% no trimestre, contribuindo para a estratégia de ampliar a fidelização dos clientes.

luiza-labs1Magazine & Integra
05/04/2017 — O Magazine Luiza informou ao mercado que adquiriu a startup de tecnologia Integra Commerce, de Minas Gerais, especializada na integração e gestão do relacionamento entre lojistas e marketplaces, plataformas digitais abertas. A empresa não divulgou o valor da operação. Com a aquisição, lojistas que desejarem participar do marketplace do Magazine Luiza não precisarão recorrer à intermediação de plataforma de terceiros. A Integra é utilizada por mais de 200 lojistas. Além de reduzir os custos gerais da plataforma, os parceiros têm à disposição funcionalides como a gestão de preços, estoques e fretes, incluindo tracking de produtos.

O principal objetivo da aquisição é acelerar a execução da principal estratégia de negócios da Magazine Luiza: o desenvolvimento de um marketplace rentável, com os menores custos do mercado para os lojistas. O marketplace do grupo foi criado em 2016. Em poucos meses, mais de 220 mil itens — de fraldas a pneus, de bebidas a cosméticos — foram integrados à plataforma. A empresa informa também que com a aquisição da Integra, o Luizalabs, seu laboratório de inovação, ganhou um novo braço: o Labs Itajubá, localizado na cidade homônima, no sul de Minas Gerais. A partir da compra, o Luizalabs, responsável pela criação de toda a tecnologia utilizada no Magazine Luiza, passará a se dividir em três unidades: São Paulo, Franca e Itajubá.

Estado Vs. Magazine
21/03/2017 — Somente no foro de Franca, o Magazine Luíza tem contra si centenas de ações de caráter civil, que vão desde reclamações por danos morais até ofensas ao Código de Defesa do Consumidor. Apenas no mês de março foram ajuizadas contra a empresa treze ações desse tipo. A última delas é do dia 20/03/2017, na qual o cidadão Paulo Sander Justino processa a empresa por ela supostamente ter inscrito indevidamente o nome dele no cadastro de inadimplentes. Como indenização por danos morais, ele pede R$ 46.238,20. Na área pública, uma ação de execução fiscal ajuizada no dia 16/04/2014 cobra da varejista R$ 10,8 milhões referentes ao não recolhimento total do ICMS devido no ano anterior. Os autos do processo estavam com a Procuradoria Geral do Estado para vistas e chegaram à Vara da Fazenda Pública no dia 08/04/2016. De lá para cá não há registro de movimentação.


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