Terceiro Trimestre
lucro tri3 2018

07/11/2018 — A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 6,6 bilhões no terceiro trimestre de 2018 (julho-setembro),  segundo relatório encaminhado à Comissão de Valores Mobiliários. O resultado representa queda de 34% na comparação com o segundo trimestre, quando foram registrados R$ 10,07 bilhões. Na comparação com o mesmo período do ano passado (R$ 266 milhões), o lucro foi 25 vezes maior. No acumulado no ano, a estatal soma lucro líquido de R$ 23,6 bilhões, o melhor resultado para o período desde 2011, crescimento de 371% na comparação com os nove primeiros meses de 2017. O resultado do terceiro trimestre poderia ter sido melhor se a companhia não tivesse pago R$ 3,5 bilhões nos acordos firmados com os Estados Unidos para o encerramento das investigações dos casos de corrupção dos governos Lula e Dilma.

Segundo Trimestre
04/08/2018 — Petrobras registrou lucro líquido de R$ 10,1 bilhões no segundo trimestre de 2018, segundo balanço divulgado nesta sexta-feira (3) (3). O resultado representa uma alta de 45% na comparação com o primeiro trimestre, quando o lucro foi de R$ 6,9 bilhões, O lucro de abril a junho é  trinta e duas vezes maior que o observado no segunto trimestre de 2017 (R$ 316 milhões). Trata-se do melhor resultado trimestral nominal da companhia desde o segundo trimestre de 2011 (R$ 10,9 bilhões). No acumulado de 2018, a petroleira teve lucro de R$ 17 bilhões, alta de 257% na comparação com o mesmo período do ano anterior e o melhor resultado semestral desde 2011. O resultado do segundo trimestre foi favorecido, entre outros fatores,  pelo aumento das receitas com venda de combustíveis no mercado interno. O faturamento bruto da companhia alcançou R$ 84,39 bilhões no segundo trimestre, alta de 13% na comparação anual.

Petrobras
PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. — Foi fundada no dia 3 de outubro de 1953 pelo presidente Getúlio Vargas, com o objetivo de assegurar o monopólio da exploração do petróleo no território brasileiro. É uma empresa de capital aberto (sociedade anônima), cujo acionista majoritário é o governo brasileiro. Com sede no Rio de Janeiro, opera em vinte e sete países, prioritariamente nas áreas da exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e seus derivados. Até o início da década de 2000, era considerada uma das principais companhias do mundo. A partir de 2002, por causa da má administração e pela malversação dos seus recursos, a empresa caiu vertiginosamente no ranking mundial. Entre 2003 e 2016, nos governos do PT, a empresa foi, literalmente, saqueada. Com a saída da presidente Dilma Roussef, começou o período de recuperação.


 

 



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