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11/08/2017 — A Petrobras teve queda no lucro líquido do segundo trimestre, descendo para R$ 316 milhões, resultado abaixo do consenso do mercado. As causas foram as despesas bilionárias com a adesão a programas de regularização tributária, preços do petróleo ainda fracos, queda nas exportações e menores vendas domésticas. O lucro líquido recuou 14,6% sobre o segundo trimestre de 2016 e 93% ante os três primeiros meses deste ano, com efeitos negativos de R$ 6,2 bilhões da adesão aos programas tributários. As despesas com o Imposto de Renda e com a Contribuição Social sobre o Lucro Líquido somaram, por exemplo, R$ 4,3 bilhões no segundo trimestre. Os analistas, na média, esperavam lucro líquido de R$ 2,4 bilhões. O preço do petróleo no período ficou em US$ 49,83 o barril, recuo médio de 7%. No primeiro trimestre havia sido de R$ 4,4 bilhões.

logo1O Resultado De 2016
22/03/2017 — A Petrobras registrou um prejuízo líquido de R$ 14,8 bilhões em 2016. Foi o terceiro ano seguido de resultado negativo para a estatal. Em 2015, a empresa teve um prejuízo recorde de R$ 34,8 bilhões. Em 2014, a perda foi de R$ 21,6 bilhões. Em comunicado, a empresa atribuiu o resultado anual à reavaliação de ativos e de investimentos em coligadas, no valor total de R$ 20,9 bilhões. Apesar do prejuízo anual, a companhia encerrou o quarto trimestre do ano com lucro líquido de R$ 2,5 bilhões. A dívida líquida, em reais, recuou 20% em 2016, e fechou o ano em R$ 314,12 bilhões. Em dólares, a dívida recuou 4%, caindo para US$ 96,4 bilhões.

A geração de caixa medida pelo Ebitda (lucro antes de juros e impostos) ficou em R$ 88,7 bilhões, contra R$ 73,9 bilhões de reais contabilizados em 2015. A empresa registrou fluxo de caixa livre positivo pelo sétimo trimestre consecutivo, marcando R$ 11,953 bilhões. No ano, o fluxo de caixa livre foi de R$ 41,572 bilhões, 2,6 vezes superior ao registrado no exercício de 2015, refletindo a redução de investimentos em 32% e a maior disciplina na utilização de capital, disse a empresa. No ano passado, as receitas recuaram 12%, atingindo R$ 282,6 bilhões. Em 2015, as receitas somaram R$ 321,6 bilhões. Já os investimentos caíram 27%, saindo de R$ 76 bilhões em 2015 para R$ 55 bilhões em 2016. A produção média de petróleo atingiu, em 2016, recorde histórico anual, alcançando a marca de 2.144 mil barris por dia, 0,75% acima do resultado do ano anterior.

pedro-parente1Petróleo Brasileiro S.A. — Foi fundada no dia 3 de outubro de 1953 pelo presidente Getúlio Vargas, com o objetivo de assegurar o monopólio da exploração do petróleo no território brasileiro. É uma empresa de capital aberto (sociedade anônima), cujo acionista majoritário é o governo brasileiro. Com sede no Rio de Janeiro, opera em vinte e sete países, prioritariamente nas áreas da exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e seus derivados. Até o início da década de 2000, era considerada uma das principais companhias do mundo. A partir de 2002, por causa da má administração e pela malversação dos seus recursos, a empresa caiu vertiginosamente no ranking mundial. Deu prejuízo em 2014 e deverá fechar as contas negativamente também em 2015. Estima-se que tenha mais de oitenta mil empregados.

A Praga do PT
07/05/2015 — A Petrobras, que já foi a maior empresa brasileira e uma das maiores petroleiras do mundo, vive tempos de derretimento das suas ações, no valor de mercado, nos planos de investimento, na confiança. Esta quarta-feira (06/05/2015) foi dia de mais um tombo. A revista americana “Forbes” divulgou o seu ranking anual das maiores empresas do planeta. A estatal aparece na constrangedora 416.ª posição. Em 2012, por exemplo, ela figurava no décimo lugar. Embora tenha caído, em 2013, para a trigésima colocação, o tombo de 2015 é significativo, decorrência do assalto à empresa, perpetrado por empreiteiros em conluio com políticos do PT. Para fazer o levantamento a publicação analisa dados como faturamento, lucro, ativos e valor de marcado. São duas mil companhias de 61 países no ranking.


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