extrato-de-tomate1Anvisa vs. Heinz

18/07/2016 — A Agência Nacional de Vigilância Sanitária proibiu a distribuição e venda em todo o país de um lote de extrato de tomate da marca Heinz. A causa foi o encontro de pelo de roedor em amostras do produto. A medida prevê o recolhimento do extrato contaminado do estoque que estiver à venda no mercado. De acordo com a empresa, trata-se de um caso de julho de 2015 e que, na ocasião, todos os produtos foram recolhidos, “não havendo qualquer contraindicação ao consumo dos lotes presentes nos mercados, hoje”. Mas um laudo emitido pela Fundação Ezequiel Dias, de Minas Gerais, detectou “matéria estranha indicativa de risco à saúde humana”, acima do limite máximo de tolerância pela legislação.

O lote de que trata a resolução é o L06, com validade até 01/04/2017. O produto é fabricado pela Heinz Brasil S.A, localizada em Nerópolis (Goiás). Em 2013, a Anvisa determinou a interdição de um lote de ketchup da Heinz, com base em laudos que também apontaram a presença de pêlos de roedores no produto. Em 14 junho deste ano, o processo foi dado como encerrado pela Anvisa, com a publicação no Diário Oficial da União. A companhia declarou que adota rigoroso controle de qualidade em todas as etapas da produção, desde a escolha de fornecedores, processo produtivo e distribuição final. Internamente, ainda possui diversos mecanismos que avaliam de forma constante as boas práticas de fabricação, dentro de um sistema de gestão da qualidade. A Kraft Heinz, uma multinacional americana, foi adquirida pelo grupo brasileiro Ambev em 2013 por R$ 28 bilhões.


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