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25/10/2019 — A Petrobras registrou lucro líquido de R$ 9,09 bilhões no terceiro trimestre, alta de 36,8% ante o mesmo período do ano passado, apesar de uma queda nos preços do petróleo, em meio a uma redução no custo de extração do pré-sal, informou a companhia. Já o lucro, descontados os pagamentos de juros e impostos, a amortização de dívidas e a depreciação do patrimônio, registrou R$ 32,6 bilhões. O relatório encaminhado à Bolsa de Valores de São Paulo também informa que a dívida líquida da empresa chegou a R$ 314 bilhões no dia 30 de setembro, contra R$ 320,6 bilhões no final do segundo trimestre. A Petrobras também anunciou o pagamento R$ 2,600 bilhões de juros aos acionistas, sendo R$ 0,20 por ação.

2.º Trimestre
02/08/2019 — A Petrobras registrou lucro líquido recorde de R$ 18,87 bilhões no segundo trimestre, aumento de 87% ante o mesmo período do ano passado. Na comparação com o primeiro trimestre, o resultado foi 4,6 vezes maior, após a companhia ter recebido R$ 33,5 bilhões pela venda de alguns ativos. O aumento das cotações internacionais do petróleo frente ao primeiro trimestre e a valorização do dólar frente ao real também impactaram positivamente os resultados da petrolífera. O lucro, descontados os pagamentos de juros, de impostos, a amortização e a depreciação do patrimônio,  somou R$ 32,6 bilhões entre abril e junho, alta de 8,6% frente ao mesmo período de 2018 e avanço de 18,8% em relação ao primeiro trimestre. O fluxo de caixa livre totalizou R$ 11,3 bilhões.

1.º Trimestre
23/05/2019 — A Petrobras teve lucro líquido de R$ 4,031 bilhões no primeiro trimestre de 2019. O desempenho no período representou uma queda de 42% na comparação com o mesmo período de 2018. Em relação ao quarto trimestre do ano passado, quando a estatal teve lucro de R$ 2,102 bilhões, os números dos primeiros três meses de 2019 representaram um crescimento de 92%. No ano passado, a empresa teve lucro de R$ 25,779 bilhões, no primeiro resultado positivo depois de quatro anos seguidos de perdas. As receitas da companhia alcançaram R$ 79,9 bilhões no primeiro trimestre, um crescimento de sete por cento em relação ao mesmo período de 2018, mas uma queda de catorze por cento na comparação com o trimestre anterior.

Nos três primeiros meses de 2019, o volume de vendas de diesel caiu onze por cento na comparação com o trimestre anterior. Na comparação anual, houve alta de dezenove por cento. Já o volume de vendas de gasolina caiu cinco por cento na comparação anual e três por cento na comparação trimestral. O período de janeiro a março também foi marcado por uma redução na produção de petróleo. A queda foi de quatro por cento na comparação com o mesmo intervalo de 2018. Segundo a empresa, o recuo foi motivado por paradas para manutenção e atraso no início da operação de algumas plataformas. O balanço apontou que a dívida bruta atingiu R$ 307,1 bilhões no primeiro trimestre deste ano, queda de 9,73%. No primeiro trimestre do ano passado, essa dívida era de R$ 340,2 bilhões.

pasadena2Pasadena
31/01/2019 — A Petrobras America Inc., subsidiária da Petrobras nos Estados Unidos, assinou com a empresa francesa Chevron U.S.A. Inc., o contrato de alienação integral das ações que mantinha nas empresas que compõem o sistema de refino da cidade de Pasadena, no Estado da Califórnia. A venda da refinaria faz parte do programa de desinvestimento da petrolífera. O valor do contrato é de US$ 562 milhões, sendo US$ 350 milhões pelo valor das ações e US$ 212 milhões, do capital de giro com data-base de outubro de 2018. A Refinaria de Pasadena foi um maiores micos administração do presidente Lula da Silva. A aquisição da unidade, segundo investigações da Operação Lava-Jato, teria tido um superfaturamento de US$ 659,4 milhões.

Petrobras
PETRÓLEO BRASILEIRO S.A. — Foi fundada no dia 3 de outubro de 1953 pelo presidente Getúlio Vargas, com o objetivo de assegurar o monopólio da exploração do petróleo no território brasileiro. É uma empresa de capital aberto (sociedade anônima), cujo acionista majoritário é o governo brasileiro. Com sede no Rio de Janeiro, opera em vinte e sete países, prioritariamente nas áreas da exploração, produção, refino e comercialização de petróleo e seus derivados. Até o início da década de 2000, era considerada uma das principais companhias do mundo. A partir de 2002, por causa da má administração e pela malversação dos seus recursos, a empresa caiu vertiginosamente no ranking mundial. Entre 2003 e 2016, nos governos do PT, a empresa foi, literalmente, saqueada. Com a saída da presidente Dilma Roussef, começou o período de recuperação.


 

 



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