Alpargatas

02/06/2020 — O lucro líquido recorrente da calçadista Alpargatas caiu 27,6% nos três primeiros meses de 2020, saindo de R$ 69 milhões no mesmo período de 2019 para R$ 50 milhões agora. Os dados constam das prestações contábeis encaminhadas à Bolsa de Valores de São Paulo. A receita liquida da companhia somou R$ 747 milhões, queda de 8,8%. Esse resultado foi afetado pela redução de receita em todos os negócios no Brasil (Havaianas Brasil, Mizuno e Osklen). O relatório afirma que o cenário imposto pelo novo coronavírus impactou todas as operações da empresa, inclusive as internacionais. O Ebitda, índice que mede o lucro antes de juros, impostos, depreciação do patrimônio e amortização de dívidas (R$ 72 milhões), caiu 43% na mesma base de comparação.

Em 2019
04/03/2020 — A Alpargatas apresentou um lucro líquido consolidado de R$ 128 milhões no quarto trimestre de 2019. Esse valor representa uma alta de 38,5% em comparação com o mesmo período em 2018. Por sua vez, o lucro líquido recorrente no ano de 2019 marcou R$ 432 milhões, alta de 29,5%, “refletindo uma geração de caixa operacional de R$ 389 milhões”. A receita líquida da calçadista teve um aumento de 10%, subindo para R$ 3,7 bilhões. A receita líquida do quarto trimestre cresceu 5,6% em comparação com o mesmo período no ano anterior, alcançando o valor de R$ 1,1 bilhão. No acumulado de 2019, o lucro líquido da Alpargatas alcançou R$ 338,7 milhões. O carro-chefe das vendas da empresa é a marca de sandálias Havaianas.

Em 2018
26/02/2019 — A Alpargatas, uma das maiores calçadistas do país, reportou um lucro líquido de R$ 331,6 milhões em 2018, representando queda de 8,5% em relação ao ano anterior. A receita líquida no ano cresceu 4,9%, subindo para R$ 3,90 bilhões, na comparação com 2017. O lucro bruto avançou 4,5%, chegando a R$ 1,71 bilhão. A margem bruta de lucro recuou 0,2%, para 43,9%. O lucro, descontados os juros, os impostos, depreciação do patrimônio e a amortização de dívidas, cresceu 16,1%, chegando a R$ 564,7 milhões. O resultado foi favorecido pelos ganhos com variação cambial nas exportações para o Hemisfério Norte e pelo maior controle das despesas. A Alpargatas, com sede em São Paulo, é dona das marcas Havaianas (sandálias) e Mizuno (tênis).

alpargatas-topper1Topper & Rainha
03/05/2016 — A Alpargatas informou nesta segunda-feira (02/05/2016) que concluiu a venda de 100% da unidade de negócios que compreende as marcas Topper, no Brasil, e Rainha, no Brasil e no mundo, a um grupo de investidores liderado pelo empresário Carlos Wizard Martins, dono da rede de escolas de idiomas Wizard. A operação foi anunciada em novembro de 2015. Em fato relevante enviado à Comissão de Valores Mobiliários, a empresa lembra que o fechamento da chamada Operação Brasil estava sujeito a algumas condicionantes jurídicas. O negócio obteve em dezembro de 2015 a autorização, sem restrições, do Sistema Brasileiro de Direito da Concorrência. A transação envolveu o montante de R$ 48,7 milhões, pagáveis em duas parcelas. Os compradores poderão usar as marcas pelo período de quinze anos.

alpargatas-araruna1Araruna
09/01/2015 — A Alpargatas S.A, empresa do setor calçadista com sede em São Paulo, fechou a fábrica instalada no município de Araruna, no Curimataú Paraibano, a 165 quilômetros de João Pessoa. Os funcionários foram comunicados sobre o fechamento da fábrica no final de dezembro quando retornaram do período regulamentar de férias. A empresa chegou a contar com mais de 250 funcionários. Nos últimos anos, porém, promoveu uma redução na produção e, por consequência, reduziu o quadro de pessoal. Segundo comunicado distribuído pela empresa, o fechamento de fábricas no nordeste faz parte de um plano de readequação dos seus investimentos. Entre as marcas mais famosas produzidas pelo grupo estão as sandálias Havaianas, os tênis Topper, Mizuno e Rainha e o adventure Timberland.

alpargatas-conga1Derrota No
09/07/2014 — O Tribunal de Justiça de São Paulo negou recurso proposto Alpargatas, fabricante do tênis “Conga”, que alegava violação de registro de marca por parte de uma concorrente. A autora afirmava que a empresa ré teria comercializado produto como se fosse o original, com a intenção de confundir os consumidores. Para o relator do caso, desembargador Fernando Antonio Maia da Cunha, embora existam semelhanças entre os dois calçados, não ficou comprovado que tais características seriam suficientes para causar confusão ao consumidor. Ele destacou que a perita utilizou critérios de comparação e diferenciação e analisou as formas plásticas, solado, costuras, cadarços, acabamento etc., e, em todos eles, entendeu pela distinção entre os dois tênis.


 

 



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