guilherme-de-almeida in1Guilherme de Almeida

GUILHERME DE ANDRADE E ALMEIDA nasceu no dia 24 de julho de 1890, na cidade de Campinas, São Paulo. Morreu no dia 11 de julho de 1969, na cidade de São Paulo.

Realizou seus primeiros estudos em São Carlos, interior de São Paulo, transferindo-se depois para o Colégio São Bento, em São Paulo. Na capital, bacharelou-se em Direito em 1912. Ainda estudante, colaborou com diversos jornais e revistas. Embora seja mais conhecido por seus versos de inspiração romântica, foi um dos promotores da Semana de Arte Moderna de 1922.

Soldado do movimento revolucionário paulista de 1932 (Revolução Constitucionalista), foi preso e depois exilado. Passou um ano na Europa, tendo integrado a Academia de Ciências de Lisboa. Deixou também um ensaio escrito em 1916, em colaboração com Oswald de Andrade, que trata do Théatre Brésilien. Foi diretor do jornal Folha da Manhã, onde criou o serviço Folhas Informações. Foi membro da Academia Paulista de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico de São Paulo e da Academia Brasileira de Letras, tendo ocupado a cadeira n.º 15.

Foi eleito em 1959 “príncipe dos poetas brasileiros”, título que até 1958 pertencia a Olegário Mariano. A eleição se deu através de concurso promovido pelo jornal Correio da Manhã. Foi também presidente da comissão do IV Centenário da Cidade de São Paulo e da Associação Paulista de Imprensa. Foi o fundador do Jornal de São Paulo. Distinguiu-se também como heraldista. É autor dos brasões-de-armas das seguintes cidades: São Paulo-SP, Petrópolis-RJ, Volta Redonda-RJ, Londrina-PR, Brasília-DF, Guaxupé-MG, Caconde-SP, Iacanga-SP e Embu-SP. Compôs também um hino a Brasília, quando a cidade foi inaugurada.

Obras completas
1917 — Nós
1919 — A Dança das Horas
1919 — Messidor
1920 — Livro de Horas de Soror Dolorosa
1922 — Era Uma Vez
1924 — A Flauta Que Eu Perdi
1925 — Meu
1925 — Encantamento
1925 — Raça
1929 — Simplicidade
1931 — Carta à Minha Noiva
1931 — Você
1932 — Cartas Que Eu Não Mandei
1938 — Acaso
1941 — Cartas do Meu Amor
1947 — Poesia Vária
1951 — O Anjo de Sal
1954 — Acalanto de Bartira
1956 — Camoniana
1957 — Pequeno Romanceiro
1961 — Rua
1965 — Rosamor
1968 — Os Sonetos

 

 


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