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Categoria: Fato do dia
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Tigranocerta

tigrana mapa6/10/69 a.C. — Aconteceu no dia seis de outubro do ano 69 antes da Era Cristã (há 2.095 anos) a Batalha de Tigranocerta no âmbito da terceira guerra mitridática entre os romanos e o Mitridates 6.º, rei do Ponto, uma região da atual Turquia. Essa batalha foi travada na Arménia, país do rei Tigranes, o Grande, aliado do Mitridates. Embora em menor número, os romanos, liderados pelo general Lúcio Linínio Lúculo, levaram a melhor. Ele contava com cerca de 40 mil combatentes contra 70 mil de turcos e armênios. Vitoriosos, os romanos invadiram a cidade de Tigranocerta e realizaram um saque total. Politicamente, a derrota quebrou o prestígio militar dos armênios.

TERCEIRA GUERRA MITRIDÁTICA — Conflito armado que opôs a República Romana ao rei do Ponto (atual Turquia) Mitridates 6.º. A guerra começou no ano 73 a.C. O conflito teve origem no testamento do rei da Bitínia, Nicomedes 4.º, que ao morrer entregou o reino de herança à República Romana. O rei do Ponto, Mitrídates 6.º, não aceitou. Ele rejeitou o testamento. Alegou que o documento era falso e apoiou um pretendente ao trono da Bitínia (também na atual Turquia) para impedir Roma de tomar uma posição estratégica na região. Mesmo com dificuldades, Roma foi com tudo para a guerra. Houve diversas batalhas. A última grande batalha aconteceu no ano 65 a.C. Mas a resolução da guerra aconteceu no ano 63 a.C. com o suicídio do Mitridates. Roma então incorporou o território ao iimpério.

arausioAráusio
6/10/105 a.C. — Aconteceu no dia seis de outubro de 105 a.C. (2.131 anos) a Batalha de Aráusio. O conflito opôs os reis Boiorix (Címbria) e Teutobode (teutões), duas das principais tribos germânicas, à República  Romana. O nome se deve ao fato de a batalha ter sido travada nas proximidades da cidade homônima da Gália (atual França). A vitória coube aos germânicos. Eles contavam com 200 mil combatentes, enquanto os romanos foram para a arena com 150 mil. O desastre militar romano resultou da falta de cooperação dos exércitos do cônsul Cneu Málio Máximo e do pro-cônsul Quinto Servílio Cipião. Cada um queria os louros para si no caso de uma vitória. A fragorosa derrota levou o senado romano a aprovar uma ampla reforma no exército.