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Categoria: Fato do dia
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Constantino

8/09/780 — Começou efetivamente no dia oito de setembro do ano 780 (há 1.246 anos) o governo do imperador bizantino Constantino 6.º. Ele tinha sido nomeado co-imperador com apenas cinco anos de idade no ano 776 pelo seu pai, o imperador Leão 4.º. O pai morreu quando ele tinha apenas nove anos. Guindou-se ao cargo por direito de progenitura. Mas só pôde mesmo exercer o poder em sua plenitude no ano 790 depois de batalhas sangrentas com a sua mãe, a Irene de Atenas, que servia como regente, mas que se auto-intitulara “imperatriz”. Mas a consolidação do poder encontrou outros problemas, com destaque para as maquinações do seu tio Nicéforo.

CONSTANTINO 6.º nasceu no dia e mês incertos do ano 771 e morreu em dia e mês incertos do ano 802 (trinta e um anos) na cidade de Constantinopla (atual Istambul na Turquia). Ostentou o título de imperador bizantino entre os anos 776 e 797. Foi sucedido no cargo pela mãe Irene de Atenas, com quem se indispôs durante toda a vida. Aliás, a morte dele aconteceu após ter sido capturado e cegado por partidários da própria mãe. Os historiadores consideram o reinado do Constantino 6.º um período por lutas internas pelo poder. Na parte religiosa, ele convocou o Segundo Concílio de Niceia para restabelecer a veneração de ícones. Na parte militar, conheceu diversos revezes, com destaque para a Batalha de Marcela contra a Bulgária.

joao21 papaJoão 21
8/09/1276 — Aconteceu no dia oito de setembro de 1276 (há 750 anos) a eleição do Papa João 21. Ele se tornou o papa número 187 da Igreja Católica. Nasceu na cidade de Lisboa, capital de Portugal, em dia e mês incertos de 1215. Foi o primeiro — e único — papa português da história. Antes de assumir a coroa papal, ficou famoso como médico e matemático. Também exerceu diversos cargos na igreja até chegar ao poder. Governou a igreja menos de um ano até o dia 20 de maior de 1277. João 21, embora culto e descendente de família de posses, era um sujeito extremamente simples. A famosa “Divina Comédia”, livro do Dante Alighieri, o coloca no Paraíso, com o epiteto de “aquele que bilha em doze livros”.