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Categoria: Fato do dia
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Etelstano

Gra Bretanha12/07/927 — No dia 12 de julho do ano 927 (há 1.099 anos) foi assinado o acordo entre os reis Constantino 2.º da Escócia, o Hywel Dda de Deheubarth (País de Gales) e Owain dos Cumbrians para aceitarem a soberania do rei Etelstano da Inglaterra sobre os seus territórios. Esse acordo foi crucial para a fundação do Reino da Inglaterra, pois permitiu a consolidação de fronteiras geográficas estáveis na Grã-Bretanha. Também garantiu paz temporária e o estabelecimento do território que hoje é conhecido, prevenindo invasões e alianças com vikings. A partir de então, o rei Etelstano passou a ser chamado de “rei de toda a Grã-Bretanha”.

ETELSTANO nasceu em dia e mês incertos do ano 894 na cidade de Wessex no sul do então território da Inglaterra. Morreu no dia 27 de outubro no ano 939 na cidade de Gloucester. De acordo com os relatos históricos da época, as causas da morte são desconhecidas. No ano 924, com trinta anos, ascendeu ao posto de rei dos anglo-saxões. Ficou nesse cargo até 925. Neste ano, após um acordo diplomático com a Escócia, o País de Gales e a Cumbria, ascendeu ao cargo de rei da Inglaterra. É considerado pelos historiadores o primeiro rei do país. Governou doze anos até a sua morte. O reinado dele transformou o mapa político das Ilhas Britânicas e estabeleceu as bases do estado inglês. De acordo com os números, a Grã-Bretanha teve até agora 63 reis e rainhas.

Muralhas
de Jerusalém

No dia 12 de julho do ano 70 (há 1.956 anos), o exército do general romano Tito César Vespasiano atacou as até inexpugnáveis muralhas de Jerusalém. O cerco à cidade santa tinha começado seis meses antes. Foi o evento decisivo na Primeira Guerra Judaico-Romana. Derrubadas as muralhas, os romanos destruíram a cidade, fizeram assassínios em massa, escravizaram e deslocaram os habitantes. O cerco marcou o fim efetivo da revolta judaica e teve profundas implicações políticas, religiosas e culturais para o povo judeu, bem como consequências históricas mais amplas. Os romanos ficaram em Jerusalém — e na Judeia — por quase seis séculos, desde o cerco até a queda do Império Romano do Ocidente no ano 476.