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Categoria: Fato do dia
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Galo

07/05/351 — Começou no dia sete de maio do ano 351 (há 1.675 anos) a Revolta Contra o Galo na então província romana da Síria-Palestina. A revolta opôs judeus aos militares romanos estacionados no território. O “Galo” em questão era o Constâncio Galo, cunhado do imperador Constâncio 2.º, nomeado administrador da parte oriental do império. O conflito se estendeu por cerca de um ano até 352. As fontes históricas não oferecem um número preciso de mortos. No entanto, relatos indicam que a revolta foi esmagada pelo general romano Ursicino com o uso de força brutal. Pelo menos duas cidades — Tiberíades e Dióspolis — foram completamente destruídas.

No contexto histórico, a revolta judaica originou-se de um favoritismo religioso implementado pelo Império Romano, o qual beneficiava os cristãos assentados na Síria-Palestina. O imperador Constâncio 2.º, assim como o seu pai Constantino 1.º, era fervoroso cristão. Assim, fazia vistas grossas às perseguições que os cristãos faziam àqueles a quem chamavam de “pagãos”. Os cristãos, com o apoio das forças militares romanas, incitavam multidões a destruírem templos e sinagogas. A nomeação do Constâncio Galo para o cargo de “césar” do Oriente foi a gota d´água para a revolta geral dos judeus, pois avizinhava-se um período de terror intenso. Embora tenha esmagado a revolta, o Império Romano teve de reavaliar as suas estratégias para manter o controle da região.

Nona Sinfonia

05/07/1824 — Foi apresentada pela primeira vez no dia sete de maio de 1824 (há 202 anos) a Sinfonia Número Nove Em Ré Maior do compositor clássico alemão Ludwig van Beethoven. A sinfonia atravessou os tempos e se transformou numa das obras musicais mais marcantes da história. Conhecida como “Nona Sinfonia”, é considerada a precursora da música romântica, movimento que enfatiza a emoção e o individualismo, bem como a glorificação do passado e da natureza. A sinfonia utiliza treze instrumentos e tem quatro andamentos. O Beethoven é considerado o maior ícone da música clássica. Deixou para a história mais de 200 obras. Em homenagem a ele, os astrônomos batizaram em 1974 de “Bacia Beethoven” a maior cratera então descoberta no Planeta Mercúrio.