Visões

13/05/1373 — Aconteceram no dia treze de maio de 1373 (há 653 anos) as visões que a Juliana de Norwick teria tido do Jesus Cristo. Ela tinha adoecido gravemente, a ponto de ser considerada em seu leito de morte, momento em que recebeu as visões que deram origem a um famoso livro que escreveria depois. Relatos históricos indicam que a moça (trinta anos) teria contraído a peste negra, doença muito comum na época. Seu estado em fase terminal durou três dias e três noites. Ela descreveu ter experimentado uma paralisia na parte inferior do corpo e visões intensas. Depois das referidas visões (dezesseis ao todo), ela teria tido uma recuperação absoluta da saúde.

JULIANA DE NORWICK nasceu no dia oito de novembro de 1342 na cidade de Norwick no leste da Inglaterra. Morreu em dia, mês e ano incertos do Século 15. Era uma anacoreta, condição em que desistiu da vida social para viver numa reclusão completa. Antes dessa fase, não se tem informações precisas sobre a vida dela. Passou a ser conhecida como uma autoridade espiritual em sua comunidade. Depois das visões que teria tido do Jesus Cristo, resolveu escrever suas memórias. Os escritos são conhecidos sob o título “Revelações do Amor Divino”. São as obras mais antigas remanescentes em língua inglesa atribuídas a uma mulher. O livro conheceu sucesso imediato. Atualmente no Brasil, pode ser encontrado em diversas plataformas digitais.

Abolição

13/05/1888 — A princesa Isabel de Bragança, então regente do império brasileiro, assinou no dia treze de maio de 1888 (há 138 anos) a Lei Áurea. A lei extinguiu a escravatura no Brasil. O processo de abolição da escravidão foi gradual. O ato final decorreu da Lei Eusébio de Queirós (Lei n.º 581 de quatro de setembro de 1850), que proibiu a entrada de africanos escravizados no país, da Lei do Ventre Livre (Lei 2 040 de 28 de setembro de 1871), que libertou todas as crianças nascidas de mães escravas a partir de então, e da Lei dos Sexagenários (Lei 3 270 de 28 de setembro 1885), que regulava a “extinção gradual do elemento servil”, e que tornou livre todos os escravos com sessenta anos de idade ou mais.


 

 

 



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