Trabalhadores Subutilizados
subutilizacao 06junho

19/08/2018 — No segundo trimestre de 2018, a taxa de subutilização da força de trabalho foi de 24,6%, o que representa 27,6 milhões de pessoas. Essa taxa agrega os desocupados, os subocupados por insuficiência de horas e a força de trabalho potencial. O resultado ficou estatisticamente estável em relação ao primeiro trimestre de 2018 (24,7%). Subiu, porém,  na comparação com o segundo trimestre de 2017 (23,8%). De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílio do IBGE, a chamada PNAD Contínua, no segundo trimestre de 2018, 74,9% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada, 0,9% menos que no mesmo período de 2017. Entre os trabalhadores domésticos, 29,4% tinham carteira de trabalho assinada. No segundo trimestre de 2017, a proporção era de 30,6%. Entre abril e junho, 91,2 milhões de pessoas estavam ocupadas, sendo 67,6% de empregados, 4,8% de empregadores, 25,3% de trabalhadores por conta própria e 2,3% de trabalhadores familiares auxiliares.

População 2047
26/07/2018 — A população do Brasil deverá crescer até 2047, quando chegará a 233,2 milhões de pessoas. Nos anos seguintes, ela cairá gradualmente, até os 228,3 milhões em 2060. Essas são algumas das informações da revisão 2018 da Projeção de População do IBGE. O documento estima demograficamente os padrões de crescimento da população do país, por sexo e idade, ano a ano, até 2060. Em 2060, um quarto da população (25,5%) deverá ter mais de 65 anos. Nesse mesmo ano, o país poderá ter 67,2 indivíduos com menos de 15 e acima dos 65 anos para cada grupo de 100 pessoas em idade de trabalhar. Segundo a pesquisa, a taxa de fecundidade total para 2018 é de 1,77 filho por mulher. Em 2060, o número médio de filhos por mulher deverá reduzir para 1,66. A  idade média em que as mulheres têm filhos é de 27,2 anos em 2018 e deverá chegar a 28,8 anos em 2060.

Número de Analfabetos
26/05/2018 — A taxa de analfabetismo da população com quinze anos ou mais de idade no Brasil caiu de 7,2% em 2016 para 7,0% em 2017, mas não alcançou o índice de 6,5% estipulado, ainda para 2015, pelo Plano Nacional de Educação. As informações estão no módulo “educação” da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios, divulgado pelo IBGE. Em números absolutos, a taxa representa 11,5 milhões de pessoas que ainda não sabem ler e escrever. A incidência chega a ser quase três vezes maior na faixa da população de 60 anos ou mais de idade, 19,3%, e mais que o dobro entre pretos e pardos (9,3%) em relação aos brancos (4,0%). Quatorze das 27 unidades da federação, porém, já conseguiram alcançar a meta do PNE, mas o abismo regional ainda é grande, principalmente no Nordeste. Nesta região foi registrada a maior taxa, 14,5%. As menores foram no Sul e no Sudeste, 3,5%. No Centro-Oeste e no Norte, os índices ficaram em 5,2% e 8,0%, respectivamente.

Censo Demográfico
22/05/2018 — O IBGE começou o primeiro teste de coleta de informações pela internet para o Censo Demográfico 2020. O ensaio ocorrerá em 52 municípios do país, espalhados pelas cinco grandes regiões, incluindo parte dos domicílios de todas as capitais e cidades com mais de 500 mil habitantes, além de Curitibanos, em Santa Catarina, Cravinhos, em São Paulo, e Baturité, no Ceará. No Censo 2010, o recurso foi usado apenas como alternativa à entrevista presencial, em ocasiões em que ela não foi possível. O objetivo principal do teste é avaliar o autopreenchimento do questionário e comparar com a coleta presencial. A adoção da internet como forma de coleta para pesquisas demográficas tem crescido no mundo inteiro. As entrevistas presenciais deverão começar em janeiro de 2020.


 

 

 



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