Pnad Contínua

31/08/2019 — No trimestre encerrado em julho de 2019, a taxa de desemprego no Brasil registrou 11,8%. Na comparação com o trimestre encerrado em abril houve uma redução de 0,60%. Em relação ao mesmo trimestre de 2018, também houve queda de 0,50%. Em números absolutos, a população desocupada, de 12,6 milhões de pessoas, recuou 4,6%, representando menos 609 mil pessoas frente ao trimestre anterior. A taxa ficou estatisticamente estável em relação a igual período de 2018. Os dados fazem parte da Pesquisa Nacional Por Amostra de Domicílios, publicada pelo IBGE. A Pnad Contínua analisa não só os empregos formais, com carteira assinada, mas também os empregos informais. Assim, de acordo com os dados, o Brasil apresenta uma população empregada de 93,6 milhões de pessoas.

A população fora da força de trabalho, de 64,8 milhões de pessoas, permaneceu estável tanto na comparação com o trimestre anterior quanto na comparação com o mesmo período do ano anterior. A taxa composta de subutilização da força de trabalho, de 24,6%, caiu 0,30% em relação ao trimestre anterior (24,9%) e manteve-se estável frente ao mesmo período de 2018 (24,4%). A população subutilizada, de 28,1 milhões, não teve variação significativa frente ao trimestre anterior e subiu 2,6% frente ao mesmo tri de 2018, representando mais 703 mil pessoas. O número de empregados no setor privado com carteira assinada, inclusive trabalhadores domésticos, registra de 33,1 milhões de pessoas. Por outro lado, o número de empregados sem carteira assinada, de 11,7 milhões de pessoas, atingiu novo recorde. O salário médio apurado pelo IBGE na pesquisa é de R$ 2.286,00.

Riquezas
06/03/2019 — Em 2018, o Produto Interno Bruto do Brasil cresceu 1,1% frente a 2017, após alta de 1,1% em 2017 e retrações de 3,5% em 2015 e de 3,3% em 2016. Foram registradas altas na nos setores da Agropecuária (0,1%), na Indústria (0,6%) e nos Serviços (1,3%). O PIB brasileiro totalizou no ano passado R$ 6,8 trilhões. O PIB per capita variou 0,3% em termos reais, alcançando R$ 32.747,00 em 2018. A taxa de investimento no ano passado marcou 15,8% de todas as riquezas produzidas no país, acima do observado em 2017 (15,0%). A taxa de poupança, por sua vez, cresceu 14,5% . Em 2017 tinha registrado 14,3%. Na agropecuária, o desempenho das lavouras de café foi destacado na pesquisa publicada pelo IBGE. Nos serviços, sobressaíram-se as atividades imobiliárias.

Safra 2019
13/12/2018 — No segundo prognóstico para a safra 2019, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi estimada em 231,1 milhões de toneladas, 1,7% acima da safra de 2018, enquanto a área a ser colhida é de 62,0 milhões de hectares, 1,9% maior que na atual safra. Esse crescimento se deve, principalmente, às maiores estimativas da produção do milho (86,9 milhões de toneladas em 16,9 milhões de hectares) e do caroço de algodão (3,1 milhões de toneladas). Houve declínio das estimativas de produção para a soja (117,7 milhões de toneladas em 35,4 milhões de hectares), do arroz (11,2 milhões de toneladas em 1,7 milhão de hectares) e do feijão (2,9 milhões de toneladas em três milhões de hectares). Os dados são do IBGE.


 

 

 



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