Expectativa de Vida

30/11/2018 — A expectativa de vida do brasileiro, em 2017, subiu para 76 anos, segundo estudo publicado nesta quinta-feira (29) pelo IBGE. O dado decorre do confronto com o estudo realizado em 2016, quando essa expectativa era de 75,9 anos. Nos dados, as mulheres estão melhores, tendo em vista que a expectativa delas subiu de 79,4 para 79,6 anos, enquanto a expectativa dos homens aumentou de 72,2 para 72,5 anos. Entre os estados, a maior expectativa média de vida foi registrada em Santa Catarina, com 79,4 anos. A menor taxa está no Maranhão, com 70,9 anos. Em São Paulo, a expectativa média de vida é de 78,4 anos. Esses dados do IBGE deverão ser usados pelo Governo Federal nos estudos envolvendo as mudanças necessárias no regime da Previdência Social.

Serviços & Economia
23/11/2018 — Em setembro, o setor de serviços teve variação negativa de 0,3% frente a agosto. Em relação a setembro de 2017, os serviços cresceram 0,5%, a segunda taxa positiva seguida desde novembro (1,0%) e dezembro (0,5%) de 2014. O acumulado no ano ficou em -0,4%. Já o acumulado em doze meses passou de -0,6% em agosto para -0,3% em setembro, a taxa negativa menos intensa desde junho de 2015 (-0,2%). No terceiro trimestre, os serviços cresceram 0,7% frente ao mesmo período de 2017 e interrompeu uma sequência de catorze trimestres seguidos de queda. O maior impacto para o desempenho negativo de setembro veio do sub-setor de “serviços de transportes”, com recuo de 1,3%, e do sub-setor de “serviços administrativos”, queda de 1,4%. O sub-setor de “serviços prestados às famílias”, cresceu 1,4% no mês nove. Os dados são da pesquisa mensal do IBGE.

Empregados & Desempregados
18/11/2018 — No Brasil, a taxa de desocupação, no terceiro trimestre de 2018, registrou 11,9%, segundo dados divulgados pelo IBGE.  O indicador apresentou redução em relação ao segundo trimestre, quando esteve em 12,4%, e ao terceiro trimestre de 2017, quando registrou 12,4%. Em números absolutos, são cerca de 11 milhões de desempregados. Ainda de acordo com a pesquisa, o número de trabalhadores ocupados somou 92,6 milhões de pessoas entre julho e setembro. Dessa massa, 67,5% eram de empregados, 4,8% de empregadores, 25,4% de autônomos e 2,4% de trabalhadores familiares. No período pesquisado, 74,1% dos empregados no setor privado tinham carteira de trabalho assinada. No terceiro trimestre de 2017 eram 75,3%. Em termos absolutos, uma diferença negativa de 327 mil pessoas. No índice de trabalhadores com carteira assinada, São Paulo aparece com 81,1%.

Rendimento Médio
04/11/2018 — O rendimento médio mensal do trabalhador brasileiro, entre os meses de julho e setembro 2018, ficou estável, segundo pesquisa publicada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Os dados do IBGE indicam que os ganhos de R$ 2.222,00 por mês registrou queda quase imperceptível no comparativo com o mesmo período de 2017, quando os valores marcaram R$ 2.223,00. A massa de rendimentos totais, marcada em R$ 200,7 bilhões, também registrou estabilidade na mesma base de comparação. O Brasil fechou o trimestre terminado em setembro com 33 milhões de pessoas trabalhando com carteira assinada. O número de trabalhadores informais, de 11,5 milhões de pessoas, subiu 4,7% em relação ao trimestre junho-agosto. No comparativo com o mesmo período de 2017, o crescimento registrou 5,5%, adicional de 601 mil pessoas sem carteira assinada.

Registro Civil Brasil
01/11/2018 — Em 2017, ocorreram e foram registrados 2,87 milhões de nascimentos no país, crescimento de 2,6% frente a 2016. Também cresceu o percentual de filhos de mães com mais de trinta anos de idade. Na faixa dos 30 a 39 anos, a taxa marcou 32,2%. Na faixa dos 40 anos ou mais, o crescimento foi de 2,9%. O número de casamentos registrados caiu 2,3% em relação a 2016, apesar do aumento de 10% nas uniões homoafetivas. Os divórcios aumentaram 8,3% frente a 2016, com uma taxa geral de 2,48 divórcios para cada mil pessoas com vinte anos ou mais. A maior proporção dos divórcios se deu entre famílias constituídas somente com filhos menores de idade (45,8%). Em 2017, 1,27 milhões de óbitos foram registrados, aumento de 0,23% frente a 2016. A maioria dos registros (59,3%) foi de pessoas de 65 anos ou mais. Na faixa de 20 a 24 anos, as mortes por causas externas (homicídios, suicídios, acidentes de trânsito, etc.) atingiram onze vezes mais homens do que mulheres.


 

 

 



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