Pnad Contínua

02/11/2019 — A taxa de desemprego (11,8%) no trimestre móvel encerrado em setembro de 2019, variou -0,3% em relação ao trimestre de abril a junho de 2019 (12,1%), apresentando estabilidade na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (11,9%). Em termos absolutos, o desemprego atingiu 12,5 milhões de pessoas entre julho e setembro. Entre maio e julho eram 12,8 milhões. Os dados são da pesquisa mensal do IBGE, a PNAD Contínua. O estudo indica que o número de empregos formais e informais chegou a 93,8 milhões no período em referência, significando 0,50% a mais que no trimestre anterior, de 92,8 milhões. No emprego formal, o número de empregados com carteira assinada é de 33,1 milhões. O rendimento médio habitual do trabalhador brasileiro mostrou estabilidade: de R$ 2.294,00 em julho passou para R$ 2,298,00 setembro. Em setembro de 2018 era de R$ 2,295,00.

Educação
07/11/2019 — Em 2018, 11,8% dos adolescentes com quinze a dezessete anos de idade abandonaram a escola sem concluir o ensino básico. Esses jovens estavam entre os 20% da população com os menores rendimentos, percentual oito vezes maior do que os 20% de jovens da mesma faixa etária, mas com maiores rendimentos.Os dados são da Síntese de Indicadores Sociais, publicada pelo IBGE. A pesquisa indica que 40% da população brasileira com vinte e cinco anos ou mais de idade não tinham instrução ou sequer concluíram o ensino fundamental. Considerando-se o analfabetismo entre as pessoas com 15 anos ou mais de idade, o Brasil tem a quinta maior taxa (8%) entre dezesseis países da América Latina. Além disso, 49% dos brasileiros com vinte e cinco a sessenta e quatro anos não haviam concluído o ensino médio, o dobro da média dos países analisados (21,8%).

Agosto
28/09/2019 — A taxa de desemprego, de 11,8%, no trimestre móvel encerrado em agosto de 2019, caiu 0,40% em relação ao trimestre de março a maio (12,3%) e recuou 0,30% na comparação com o mesmo trimestre de 2018 (12,1%). É o que demonstram os dados da Pesquisa Por Amostra de Domicílio publicada pelo IBGE. A Pnad Contínua aponta que, em números absolutos, o desemprego atinge 12,6 milhões de pessoas no país. A população empregada, formal e informalmente, também cresceu em relação ao mesmo período do ano passado, chegando a 93,6 milhões de pessoas. De setembro de 2018 a agosto de 2019, mais de 1,800 milhão de trabalhadores encontraram emprego. Segundo o IBGE, o rendimento médio auferido pelos trabalhadores em agosto, de R$ 2.298,00 ficou estável no comparativo com 2018.

Riquezas
06/03/2019 — Em 2018, o Produto Interno Bruto do Brasil cresceu 1,1% frente a 2017, após alta de 1,1% em 2017 e retrações de 3,5% em 2015 e de 3,3% em 2016. Foram registradas altas na nos setores da Agropecuária (0,1%), na Indústria (0,6%) e nos Serviços (1,3%). O PIB brasileiro totalizou no ano passado R$ 6,8 trilhões. O PIB per capita variou 0,3% em termos reais, alcançando R$ 32.747,00 em 2018. A taxa de investimento no ano passado marcou 15,8% de todas as riquezas produzidas no país, acima do observado em 2017 (15,0%). A taxa de poupança, por sua vez, cresceu 14,5% . Em 2017 tinha registrado 14,3%. Na agropecuária, o desempenho das lavouras de café foi destacado na pesquisa publicada pelo IBGE. Nos serviços, sobressaíram-se as atividades imobiliárias.

Safra 2019
13/12/2018 — No segundo prognóstico para a safra 2019, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas foi estimada em 231,1 milhões de toneladas, 1,7% acima da safra de 2018, enquanto a área a ser colhida é de 62,0 milhões de hectares, 1,9% maior que na atual safra. Esse crescimento se deve, principalmente, às maiores estimativas da produção do milho (86,9 milhões de toneladas em 16,9 milhões de hectares) e do caroço de algodão (3,1 milhões de toneladas). Houve declínio das estimativas de produção para a soja (117,7 milhões de toneladas em 35,4 milhões de hectares), do arroz (11,2 milhões de toneladas em 1,7 milhão de hectares) e do feijão (2,9 milhões de toneladas em três milhões de hectares). Os dados são do IBGE.


 

 

 



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