Arrecadação Federal 2018
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24/07/2018 — A Secretaria da Receita Federal informou que, em junho, a arrecadação com impostos, contribuições e demais receitas teve alta real de 2,01% acima da inflação. Chegou aos R$ 110,9 bilhões. Esse foi o melhor resultado para meses de junho desde de 2015. Em junho de 2017, a arrecadação federal somou R$ 108,7 bilhões em valores atualizados. Junho foi o oitavo mês consecutivo de crescimento real da arrecadação federal, frente ao mesmo período do ano anterior. A última queda, nesse caso, foi em outubro do ano passado, mas o resultado teve a influencia duma receita extra com a chamada “repatriação”, em outubro de 2016. No acumulado dos primeiros seis meses deste ano, a arrecadação total somou R$ 714,3 bilhões, crescimento real de 6,88%, na comparação com o mesmo período do ano passado. Esse, também, foi o melhor resultado para o período desde 2015.

receita federal leao2A Boca do Leão 2017
27/01/2018 — A arrecadação do Governo Federal fechou 2017 em R$ 1,3 trilhão, aumento real de 0,59%. É o melhor resultado em dois anos, num ambiente de recuperação econômica após forte recessão e receitas extraordinárias. Essas receitas ajudaram o governo a cumprir a meta fiscal do ano passado com alguma folga. Por outro lado,  o rombo primário de 2017 ficou em aproximadamente R$ 129 bilhões, cerca de R$ 30 bilhões menor do que a meta oficial de déficit do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência). Só com o programa de renegociação de dívidas tributárias, o Refis, foram arrecadados R$ 26,307 bilhões em 2017, cifra que também considera os parcelamentos no âmbito da dívida ativa, segundo informou a Receita Federal.

Déficit Primário
O Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) fechou 2017 com déficit primário de R$ 124,4 milhões. Foi quarto resultado consecutivo no vermelho, com queda nas despesas não obrigatórias e receitas extraordinárias maiores. Só em dezembro, o déficit primário foi de R$ 21,2 bilhões. No geral, as receitas líquidas totais tiveram aumento real de 2,5% sobre 2016, chegando a R$ 1,2 trilhão. As despesas, por sua vez, caíram um por cento na mesma base de comparação, descendo para R$ 1,3 trilhão. Os gastos com benefícios previdenciários, no entanto, cresceram 6,1%, indo para R$ 564,7 bilhões. O governo conseguiu cumprir, também com folga, o teto constitucional de crescimento das despesas, de R$ 7,2% para 2017. Como reflexo da ampla tesourada, os investimentos em 2017 somaram apenas R$ 46,2 bilhões ou 0,6% do Produto Interno Bruto. Esse patamar 1,04% em relação   a 2016.


 

 

 



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