Governo Federal    Arrecadação    Março
arrecadacao 2018 marco1

25/04/2018 — A arrecadação do Governo Federal teve alta real (acima da inflação) de 3,95% em março e chegou a R$ 105,7 bilhões, informou a Secretaria da Receita Federal. Foi o maior valor para meses de março desde 2015. No mesmo mês do ano passado, a arrecadação federal somou R$ 101,6 bilhões. Esse foi, também, o quinto mês consecutivo em que a arrecadação teve crescimento real frente ao mesmo período do ano anterior. A alta acontece num momento de reaquecimento da economia. Além disso, no mês três, foi registrada uma arrecadação extra de R$ 1,1 bilhão com o Refis, parcelamento para devedores, contra R$ 400 milhões no mesmo período do ano passado. A arrecadação extra sobre os combustíveis, cuja tributação subiu em julho do ano passado, rendeu outro R$ 1 bilhão a mais nas contas da Receita Federal.

Desempenho Em Fevereiro
24/03/2018 — A arrecadação do governo federal registrou alta real de 10,7% em fevereiro sobre igual mês do ano passado, chegando a R$ 105,1 bilhões. Segundo a análise do Ministério da Fazenda, o desempenho reflete a retomada da atividade econômica e as medidas extraordinárias adotadas pelo governo para impulsionar as receitas. Este foi o melhor resultado para o mês dois desde 2015, quando a arrecadação somou R$ 106,9 bilhões. No acumulado de janeiro e fevereiro, a arrecadação soma R$ 260,7 bilhões.  Entre os fatores extraordinários que impulsionaram as receitas, destacou-se a maior alíquota de PIS/Cofins sobre combustíveis, após a elevação promovida em julho do ano passado. Em fevereiro, a arrecadação desse item somou R$ 2,3 bilhões. No ano passado foram R$ 1,1 bilhão. A arrecadação com o Imposto de Renda Pessoa Jurídica subiu 16,1%, chegando a R$ 14,9 bilhões.

receita federal leao2A Boca do Leão 2017
27/01/2018 — A arrecadação do Governo Federal fechou 2017 em R$ 1,3 trilhão, aumento real de 0,59%. É o melhor resultado em dois anos, num ambiente de recuperação econômica após forte recessão e receitas extraordinárias. Essas receitas ajudaram o governo a cumprir a meta fiscal do ano passado com alguma folga. Por outro lado,  o rombo primário de 2017 ficou em aproximadamente R$ 129 bilhões, cerca de R$ 30 bilhões menor do que a meta oficial de déficit do governo central (Tesouro, Banco Central e Previdência). Só com o programa de renegociação de dívidas tributárias, o Refis, foram arrecadados R$ 26,307 bilhões em 2017, cifra que também considera os parcelamentos no âmbito da dívida ativa, segundo informou a Receita Federal.

Déficit Primário
O Governo Central (Tesouro, Banco Central e Previdência) fechou 2017 com déficit primário de R$ 124,4 milhões. Foi quarto resultado consecutivo no vermelho, com queda nas despesas não obrigatórias e receitas extraordinárias maiores. Só em dezembro, o déficit primário foi de R$ 21,2 bilhões. No geral, as receitas líquidas totais tiveram aumento real de 2,5% sobre 2016, chegando a R$ 1,2 trilhão. As despesas, por sua vez, caíram um por cento na mesma base de comparação, descendo para R$ 1,3 trilhão. Os gastos com benefícios previdenciários, no entanto, cresceram 6,1%, indo para R$ 564,7 bilhões. O governo conseguiu cumprir, também com folga, o teto constitucional de crescimento das despesas, de R$ 7,2% para 2017. Como reflexo da ampla tesourada, os investimentos em 2017 somaram apenas R$ 46,2 bilhões ou 0,6% do Produto Interno Bruto. Esse patamar 1,04% em relação   a 2016.


 

 

 



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