fachada1Caixa & Lucro

30/03/2019 — A Caixa Econômica Federal divulgou um lucro líquido contábil de R$ 10,4 bilhões em 2018, queda de 17,1% frente ao ano anterior. Em 2017, o lucro da instituição foi de R$ 12,5 bilhões, 202,6% superior ao registrado em 2016. Segundo o banco público, o maior da sua história. O lucro líquido recorrente (que desconsidera efeitos extraordinários) totalizou R$ 12,7 bilhões, alta de 40% em doze meses. As receitas com prestação de serviços cresceram 7,2% no ano passado, chegando a R$ 26,8 bilhões até dezembro. Segundo o balanço, contribuíram para isso as receitas de conta corrente, de fundos de investimento e de cartões. O resultado operacional de registrou R$ 16,9 bilhões. O retorno sobre o patrimônio líquido cresceu 16,1%, alta de 2,45% em relação a 2017.

Caixa & Loterias
20/03/2019 — A Caixa Econômica Federal, uma empresa pública com 100% do capital pertencente ao Governo Federal vai privatizar parcialmente as empresas subsidiárias Caixa Seguradora, Caixa Cartões, Caixa Loterias e Caixa Asset. Essas “privatização” se dará através da abertura do capital na Bolsa de Valores do Estado de São Paulo. A partir daí, qualquer pessoa poderá comprar ações e lucrar com o desempenho daquelas quatro empresas. Segundo disse o presidente da caixa, Pedro Guimarães, o jornal O Globo, o objetivo é arrecadar cerca de R$ 15,0 bilhões. Esse dinheiro será usado para pagar parte dos aportes financeiros feitos pelo Governo Federal nos últimos anos, no valor de R$ 38,0 bilhões. As operações envolvendo os seguros e os cartões começarão entre setembro e dezembro.

Caixa Federal
Foi criada em 12 de janeiro de 1861 pelo imperador Dom Pedro II com o nome Caixa Econômica da Corte. O propósito era incentivar a poupança e conceder empréstimos sob penhor, com a garantia do governo imperial. Esta característica diferenciava a instituição de outras da época, pois estas agiam no mercado sem dar segurança aos depositantes ou cobravam juros excessivos dos devedores. Deste modo, o novo órgão rapidamente passou a ser procurado pelas camadas sociais mais populares, incluindo os escravos, os quais podiam economizar para suas cartas de alforria. Assim, desde o início, a empresa estabeleceu o seu foco n a atividade social. Hoje em dia, é o maior banco público da América Latina, focado também em grandes operações comerciais. Para o governo, centraliza operações como o FGTS, o PIS, o Bolsa Família e o Seguro-Desemprego. Além disso, é o banco de maior peso no financiamento de moradias populares.


 

 

 



© 2017 Tio Oda - Todos os direitos reservados