Augusto
19/08/14 — Aconteceu no dia dezenove de agosto do ano 14 (há 2.012 anos) a morte do imperador romano Caio Júlio César Otaviano, conhecido historicamente pelo título de Augusto. Tinha 75 anos. As causas do falecimento foram problemas de saúde associados à idade avançada. Nos últimos meses de vida, o imperador apresentava desarranjos intestinais. Houve boatos na época, segundo os quais a esposa dele, a Lívia Drusa, o teria envenenado para garantir que o seu filho Tibério Cláudio Nero assumisse o trono romano. Mas essas suspeitas jamais foram comprovadas. Os cientistas modernos não puderam fazer análises, pois, segundo o costume romano, o corpo do imperador foi cremado.
CAIO JÚLIO CÉSAR OTAVIANO nasceu no dia 23 de setembro do ano 63 a.C. na cidade de Roma. Morreu no dia 19 de agosto do ano 14 d.C. na cidade de Nola na Região da Campânia. Sobrinho e filho adotivo do Júlio César, assumiu o lugar dele no cargo de cônsul no dia 19 de agosto do ano 43 a.C. No ano 31 a.C. elegeu-se novamente cônsul. Renunciou ao cargo no ano 23 a.C., mas passou a concentrar poderes tribunícios vitalícios. Recebeu o título de Augusto no dia 16 de janeiro do ano 27 a.C., o que fez dele na prática o primeiro imperador de Roma. Governou o Império Romano por 41 anos. Passou para a história como um dos políticos mais hábeis de todos os tempos. Administrador competente, implantou a chamada “paz romana” nos territórios romanos.
Pio 2.º
19/08/1458 — Aconteceu no dia dezenove de agosto de 1458 (567 anos) a eleição do italiano Enea Silvio Piccolomini para o cargo de papa da Igreja Católica. Ele assumiu o nome de Pio 2.º, numa homenagem ao Papa Pio I, governante da igreja entre os anos 142 e 155. O Pio 2.º foi entronizado no dia três de setembro de 1458. Governou a igreja por cinco anos e 361 dias até o dia catorze de agosto de 1464. Ele nasceu no seio de uma família pertencente à nobreza. Estudou nas principais escolas italianas. Antes de ingressar na carreira eclesiástica, chegou a fazer fama como poeta. Escreveu inclusive o poema erótico “História de Dois Amantes”. Na igreja, antes de se tornar papa, exerceu diversos cargos de importância. Foi um papa humanista.