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Categoria: Fato do dia
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Cruzadas

quarta cruzada17/07/1203 — Aconteceu no dia 17 de julho de 1203 (há 823 anos) a tomada da cidade de Constantinopla pelas tropas da Quarta Cruzada. Foi um desvio do objetivo central da expedição militar. O foco inicial era recuperar a cidade de Jerusalém, território então no poder dos muçulmanos. Mas problemas financeiros decorrentes da viagem levaram os cruzados a mirar as riquezas existentes no na capital do Império Bizantino. Os cruzados chegaram no início de 1203. No final, os cruzados romperam as muralhas e entraram na cidade. Seguiu-se um saque de três dias. Relíquias sagradas foram roubadas, igrejas foram profanadas e riquezas inestimáveis foram levadas para a Europa.

QUARTA CRUZADA — A expedição militar foi convocada pelo Papa Inocêncio 3.º. Para transportar as tropas, o pontífice fez um acordo com a República de Veneza. Mas os cruzados não tinham dinheiro para pagar as taxas exigidas pelos mercadores venezianos. Para receber o que lhe era devido, o doge veneziano Enrico Dandolo convenceu os cruzados a atacarem e conquistarem a cidade cristã de Zara (na atual Croácia) e, posteriormente, a cidade de Constantinopla, a capital do Império Bizantino. Os cruzados invadiram então a cidade, que era considerada a maior e mais rica do mundo cristão, resultando em massacres, destruição e pilhagens. A consequência política foi a substituição do Império Bizantino pelo Império Latino de Constantinopla.

Sesmarias

17/07/1822 — O imperador Dom Pedro I assinou no dia dezessete de julho de 1822 (há 204 anos) o decreto de extinção do sistema de sesmarias para distribuição de terras no Brasil. O sistema de sesmarias foi implantado no país a partir de 1534 com a criação das capitanias hereditárias. A Lei das Sesmarias foi instituída em Portugal em 1375. Recebeu adaptação para a realidade brasileira como forma de incentivar a ocupação e produção agrícola da colônia. Essa condição estava prevista na carta de poderes concedida ao primeiro administrador colonial brasileiro, o Martim Afonso de Souza. Com a extinção do sistema, os atuais sesmeiros continuaram com as terras. Até 1850, com a promulgação da Lei de Terras, a posse legal ficou no vácuo.