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Categoria: Fatos Históricos
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ConstantinoCabeças
27/01/945 — Aconteceu no dia 27 de janeiro do ano 945 (há 1.081 anos) a deposição dos imperadores romanos Estêvão Lecapeno e Constantino Lecapeno. O ato foi assinado pelo imperador Constantino VII Porfirogênito, que se tornou então o único governante da parte oriental do império. Os depostos governavam sob regência. Eles tentaram assumir o controle total do império, mas foram impedidos pelo imperador legítimo da Dinastia Macedônica. Em seguida foram exilados e forçados a se tornarem monges. Antes dessa configuração final, o Império Romano do Oriente passou por um período de trevas.

O Constantino VII governou por quarenta e seis anos entre 913 e 959. Conhecido como “Porfirogênito” (“nascido na púrpura”), por ter sido trazido à luz no quarto sagrado do palácio, ele legitimou a sua posição desde cedo, mas só assumiu o controle absoluto com trinta e nove anos. Tornou-se um dos imperadores mais respeitáveis da história romana oriental. Era muito culto e excelente administrador. Na parte administrativa equilibrou a balança política entre a aristocracia civil e a aristocracia militar. Escreveu manuais que detalhavam a administração interna, as relações externas e o desempenho da corte. Entre essas obras estão a “Administração Imperial” e a “O Cerimonial”. Também escreveu uma biografia detalhada do seu avô, o imperador Basílio 1.º, o macedônio.

Trajano

27/01/98 — No dia 27 de janeiro do ano 98 (há 1.928 anos) ascendeu ao trono do Império Romano o general Marco Trajano. Ele governou o império por dezenove anos até o ano 117. É citado pelos historiadores como um dos cinco melhores imperadores numa história que começou no ano 27 a.C e terminou no ano 476. Os outros são o Marco Nerva (96-98), o Públio Adriano (117-138), o Antonino Pio (138-161) e o Marco Aurélio (161-180). No governo, o Trajano se preocupou principalmente com políticas de bem-estar social. Implantou e estimulou diversos programas que melhoraram as condições socioeconômicas do império. Presidiu uma era de paz e prosperidade. Mas não descuidou da expansão territorial. Quando morreu, recebeu do senado o título de “ótimo príncipe”.