Apeninos

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29/04/801 — Aconteceu no dia 29 de abril do ano 801 (há 1.225 anos atrás) um terremoto nos Apeninos Centrais. O evento é relatado em duas fontes contemporâneas independentes: os Anais Reais Francos do Eginardo, um historiador carolíngio do Século 9, e o Livro dos Papas. As informações dessas duas obras foram confirmadas pela arqueologia. Os tremores foram sentidos nas cidades de Roma e Espoleto na Itália. O terremoto foi forte, mas não há informações precisas sobre a intensidade. Não há também relatório de vítimas. Ambas as fontes citadas atestam danos significativos na Basílica de São Paulo em Roma. Os Apeninos Centrais registraram mais três terremotos em 1703, 2009 e 2016.

APENINOS CENTRAIS são a porção mais alta, larga e acidentada da cordilheira que atravessa a Itália. A cordilheira estende-se do Vale do Sangro à Região de Abruzzo. Esta zona abriga os picos mais elevados de toda a cadeia, como o Monte Corno. Os montes se destacam pelas paisagens calcárias, parques nacionais e intensa atividade geológica. A cadeia montanhosa no centro itálico é reconhecida por sua intensa atividade sísmica. Isso ocorre devido à compressão da cadeia dos Apeninos e a expansão das bacias dos mares Tirreno e Adriático, o que causa deformações na superfície. Apesar da evolução técnica, muitos edifícios na região são vulneráveis. A sismicidade é uma dinâmica natural da região, com falhas geológicas que se acomodam de tempos em tempos.

Austrália

29/04/1770 — No dia 29 de abril de 1770 (há 256 anos) o navegador inglês James Cook avistou pela primeira vez aquele que viria a ser o território da Austrália. Ele navegou por uma grande baía (porção de mar agregada ao território) à qual deu o nome de Botany Bay (Baía da Botânica). Ao desembarcar, fincou a bandeira inglesa e reivindicou o território para a Coroa Britânica. Embora esse seja o ato histórico do descobrimento, há indícios de que tanto portugueses quanto holandeses já tinham estado no território australiano antes. A colonização começou em 1778. O nome Austrália é uma referência à posição no país no mapa (“ao sul” ou “austral”). Atualmente, embora seja um país politicamente independente, o chefe de estado é o rei britânico Charles 3.º.


 

 

 



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