Munique
14/06/1158 — Foi fundada no dia 14 de junho de 1158 (há 868 anos) a cidade de Munique. O ato é atribuído ao Henrique, o Leão, então duque da Saxônia e da Baviera no hoje território da Alemanha. Originalmente, o lugar era um assentamento de monges beneditinos. Aliás, o nome é uma derivação do termo “münchen”, que significa literalmente “lugar dos monges”. O ato inicial de fundação foi a construção de uma ponte sobre o Rio Isar, o que possibilitou ao local se tornar uma importante rota comercial. Transformou-se com o tempo numa das cidades mais ricas do mundo. Entre as invenções realizadas pela cidade, destacam-se o motor a diesel e a Cerveja Spaten.
A moderna Munique está assentada numa área de 370,7 quilômetros quadrados. É a capital do Estado da Baviera, território situado no sudeste da Alemanha. É a terceira maior cidade do país, abaixo apenas de Berlim e Hamburgo. Tem cerca de 1,5 milhão de habitantes. Politicamente, é uma cidade independente. O relevo apresenta uma planície ondulada no sopé da Cordilheira dos Alpes. A altitude média é de 520 metros. A economia de Munique baseia-se essencialmente no setor industrial. Estão sediadas na cidade diversas empresas multinacionais, com destaque para a BMW (veículos) e a Siemens (automação). Para o turismo receptivo, realiza anualmente a feira cervejeira October Fest. No esporte, é sede do Bayern, um dos maiores campeões da Europa.
Igreja
& Livros
14/06/1966 — Foi publicado no dia 14 de junho de 1966 (há 60 anos) o decreto de revogação da bula pontifícia “Index Librorum Prohibitorum” ou, em português, “Índice dos Livros Proibidos”. O decreto levou a assinatura do papa Paulo 6.º. A bula tinha sido instituída em 1559 pelo papa Paulo 4.º, que seguiu as orientações do Concílio de Trento. Ela listou uma série de publicações consideradas heréticas pela Igreja Católica. O índice foi atualizado regularmente até a 32.ª edição em 1948, tendo os livros proibidos escolhidos pelo Santo Ofício ou pelo próprio papa. A última edição continha quatro mil títulos censurados por várias razões: heresia, deficiência moral, sexualidade explícita, incorreção política, etc. Entre os autores censurados pela igreja estão os franceses Rousseau e o Victor Hugo.