Severo

severo209/04/193 — No dia nove de abril do ano 193 (há 1.833 anos), o Lúcio Sétimo Severo assumiu o trono do Império Romano. Ele foi proclamado pelo exército da Ilíria (território da Europa Central, dentre os quais hoje se destacam a Croácia e a Eslovênia), depois do assassinato do imperador Didio Juliano. Ele governou dezoito anos. Até o ano 198 imperou sozinho. A partir de então dividiu o poder com os filhos Marco Aurélio Antonino (Caracala) e Públio Sétimo Geta. Foi o primeiro cidadão sem ascendentes romanos, oriundo de uma província, a chegar ao trono. Quando morreu foi proclamado Divus (deus do estado) pelo Senado Romano.

LÚCIO SÉTIMO SEVERO nasceu no dia onze de abril do ano 145 na cidade de Léptis Magna (atual território da Líbia) no norte da África. Morreu no dia quatro de fevereiro de 211 na cidade de Éboraco na Província da Britânia (atual Inglaterra), provavelmente em decorrência de uma crise de gota. Era de origem berbere. Deixou a cidade natal e foi para Roma com dezoito anos de idade. Na capital do império, serviu em numerosos postos civis e militares. Foi eleito questor no ano 169, nomeado legado no ano 173 e eleito pretor no ano 177. Na fase de crise do período dos cinco imperadores, sobrepôs-se aos rivais. A administração dele é considerada uma fase de transição. O reinado marcou o fim da Dinastria Antonina e o início de uma monarquia militar ou despotismo militar.

Ato 1

09/04/1964 — Foi assinado no dia nove de abril de 1964 (há 62 anos) o Ato Institucional Número 1. O documento levou a assinatura do autodenominado Comando Supremo da Revolução: general Arthur da Costa e Silva (exército), brigadeiro Francisco de Assis Correia (aeronáutica) e almirante Augusto Grüneald (marinha). O ato suspendeu por dez anos os direitos políticos de todos os cidadãos vistos como opositores do regime militar. Estavam entre eles congressistas e governadores eleitos pelo povo, militares e até expoentes da cultura. Foi o princípio do regime de terror imposto ao país pelos militares. O ato um desaguou em mais quatro, com destaque para o número cinco em 13 de dezembro de 1968, o qual manteve a cassação de mandatos e instaurou a censura plena no país.


 

 

 



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